terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Feliz 2012


Em 2012 seja feliz nos seus sonhos
E tenha a felicidade de buscá-los...

Seja feliz nos seus projetos
E tenha a felicidade de realizá-los...

Seja feliz nos seus desejos
E tenha a felicidade de concretizá-los...

Seja feliz nos seus sucessos
E tenha a felicidade de obtê-los...

Seja feliz sempre, em todos os momentos...

“Feliz 2012”

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Em entrevista, Dom Dimas explica como ser fiel à igreja sem ser preconceituoso


Nomeado em junho deste ano como Arcebispo Metropolitano de Campo Grande, MS, o mineiro de Boa Esperança, Dom Dimas Lara Barbosa, conversou com o jornal Midiamax e falou sobre temas bastante delicados.

Corrupção, relação da igreja com a política, casamento homossexual, respeito ao ser humano, Dom Dimas respondeu a todas as perguntas e mostrou que é possível respeitar, e honrar os ensinamentos cristãos sem ser preconceituoso, sem ser intransigente.

Confira abaixo a entrevista da maior autoridade católica do estado.

Dom Dimas, Mato Grosso do Sul sempre foi considerado um estado agrário, mais periférico. Nestes seis meses que o senhor está aqui, que análise faz do MS?

Que de fato a economia aqui é assentada no agronegócio está bastante claro. Não é industrial como é São Paulo e não é turística como o Rio de Janeiro. Mas, nós também temos o ecoturismo que é bastante forte, e naturalmente vai crescendo o setor de serviços. Eu vejo que MS desponta, e Campo Grande de uma maneira muito particular, inclusive no ponto de vista da economia. Não dá para dizer que MS seja um estado periférico. Temos na federação estados que enfrentam dificuldades muito mais graves que aquelas que temos aqui. De qualquer maneira, é fato também, que temos no estado, em nível de investimento, muita coisa que precisa ser feita.

O senhor foi uma das pessoas que trabalhou para a aprovação do Ficha Limpa. Qual a importância disso, o que precisa mudar na política?

O Ficha Limpa foi um grande passo na conscientização e exercício da cidadania. Naturalmente que a Lei não resolve todos os problemas, até porque ela ainda está sendo questionada, na sua aplicação, no Supremo Tribunal Federal, em torno de sua aplicabilidade para as eleições deste ano.
Mas, digo que foi um grande passo porque foi um dos poucos projetos que nasceu da iniciativa popular, embora exista na Câmara dos Deputados e no Senado uma comissão de legislação participativa que acolhe projetos da sociedade civil.

Existem três mecanismos de democracia direta, previstos no art. 14 da Constituição Federal: o plebiscito, o referendum e a iniciativa popular, mas que até hoje não foram regulamentados. De qualquer maneira, nós conseguimos colher mais de 1,6 milhão de assinaturas. Num primeiro momento, 1,3 milhão das 1,5 para que o projeto fosse apresentado, mas depois durante a tramitação do projeto na Câmara a coleta de assinaturas continuou...E sobretudo na semana de votação do projeto na Câmara houve 1,8 milhão mensagens/tweets parta os gabinetes dos deputados. O pessoal brincava que era mais fácil vaca voar que o projeto passar. E ele passou, e passou com unanimidade. Isto significa que a mobilização popular tem força sim. Mesmo aqueles que sabiam que estavam votando contra correligionários, ou quem sabe até contra si mesmos, não tiveram a coragem de votar contra.

O senhor acredita que com isso a corrupção possa diminuir?

Tem muita gente que desanima por causa dos questionamentos da justiça. A Lei 9840 que foi a primeira Lei por iniciativa popular proíbe a compra de votos. A corrupção eleitoral. Embora, seja uma lei de difícil aplicação porque você tem que provar que alguém efetivamente estava comprando voto. Isso não é sempre fácil. Porque quem vende também paga, não é só quem compra. Mas, mesmo assim até 2010, quando o projeto foi apresentado na Câmara, ela já havia cassado 630 candidatos políticos em todo o Brasil. Então eu tenho muita esperança sim, que até muito antes da Lei do Ficha Limpa começar a ser aplicada, já existe muitas mobilizações. Inclusive, em janeiro foi aprovado um PL que obriga a aplicação do Ficha Limpa na contratação de servidores públicos.

O senhor morou no Rio de Janeiro, morou em Brasília na época que o governador estava envolvido em escândalos. Como o senhor vê a corrupção aqui no estado. É maior ou menor que em outras regiões?

Rio de Janeiro é mais violento ou menos violento que demais capitais? Na verdade se a gente for olhar bem, existem capitais brasileiras que são muito mais violentas que o RJ. Mas o RJ tem a virtude e a desvantagem de ser vitrine. Tudo que acontece lá, qualquer declaração pode dar repercussão internacional. Isso não acontece, na maioria, das outras cidades do Brasil. Então perguntar se o RJ é mais corrupto que outros estados não estou seguro disso. Lá tem mais visibilidade.

Que Mato Grosso do Sul têm problemas, MS tem problemas. Há dois anos eu estava em Dourados proferindo uma palestra para a arquidiocese de lá, e naquele momento soou a notícia que toda a Câmara de Vereadores havia sido presa, destituída. A cidade estava ingovernável. Foi um caso, sem dúvida alguma, bastante grave. Tanto que teve repercussão nacional e internacional. Esse tipo de situação não é privilégio de Dourados. Bem, haver uma ação que consiga colher todos de uma vez, de fato, não temos tantos casos assim. Por outro lado, a corrupção, infelizmente é uma chaga constatada não só no Brasil, mas em toda a America Latina.

A questão da violência, da corrupção e do narcotráfico preocupa todos os nossos países. É uma chaga social, talvez, características dos nossos tempos. Existe corrupção aqui, sim. As próprias ações policiais e judiciais demonstram que sim. Mas, acredito que nossa comparação não deve ser apenas aos outros, mas ao que somos agora e ao que queremos ser.

A igreja, de certa forma, tem relação com a política. Ela é sempre convidada para participar de inaugurações, eventos. Quando você tem uma notícia de um político estar envolvido em algo errado, como fica pra cumprir os protocolos?

Eu nunca participei de nenhuma inauguração de nada. Normalmente envio um representante da arquidiocese, o que eu tenho procurado aos poucos fazer, isto sim, é conhecer as diversas instâncias do poder público, apoiar naquilo que é possível, fazer parceria aonde cabe. Porque a igreja também não tem expertise em todas as áreas de interesse do poder público, mas em algumas sim. Sobretudo nas áreas que envolvem a pessoa humana. Nós podemos estar ajudando nas áreas da saúde, educação e assistência social. Então eu já celebrei na Assembleia Legislativa, eu já estive na OAB, nos Ministérios, de vez em quando, fazia uma parceria, em nível de gabinete. Apoiar o que deve ser apoiado sem se comprometer pessoalmente.

Qual o posicionamento da igreja em relação à questão indígena em Mato Grosso do Sul? Quem está certo, o indígena ou o produtor?

Em primeiro lugar, naturalmente, que nós temos que cuidar para que a vida humana seja preservada de quem quer que seja. A violência é sempre uma chaga social independente da etnia, da classe social, ou de onde ela vem. Uma coisa muito perigosa é estigmatizar os pobres como se eles fossem os culpados pela violência. Os pitboys estão para mostrar que gente de classe alta também pode ser muito violenta. Nesse sentido, acho que o Estado tem que zelar pela segurança de todos
Segundo, realmente existe uma lentidão histórica no processo de demarcação de terras indígenas aqui em Mato Grosso do Sul.

Falta vontade política?

Falta vontade política, falta sim. Nesse sentido, a incerteza jurídica é o que mais provoca violência. Se você tem certeza, documentado que sua casa pertence a você, qualquer pessoas que invadir você tem toda autonomia para ir ao poder público e abrir um processo, qualquer coisa. No entanto, se existe um terreno e você diz a minha família está ali há décadas, ai alguém com um documento diz que é dele, e surgem incertezas jurídicas, eles vão brigar pelo terreno. Às vezes, até de maneira violenta. É o que acontece com os povos indígenas. A grande dificuldade é a incerteza jurídica. Eles dizem: aqui a terra é nossa. Ai o fazendeiro diz: não é, porque nós compramos e pagamos. A incerteza traz essa dificuldade.

Existe um agravante aqui no Mato Grosso do Sul, que acontece também no oeste catarinense e em outras regiões. Pessoas honestas, pequenos produtores, compraram terras do Estado, se entende por Estado a Unidade de Federação, inclusive até onde eu saiba antes mesmo da divisão do estado, do antigo Mato Grosso. Só que o estado não poderia ter vendido aquela área, aquelas terras, porque não lhes pertenciam. Então aqui, realmente, nós temos um problema muito grave.

Existem muitos fazendeiros que compraram as terras honestamente. Não são latifundiários, não são grileiros, não são invasores, não são posseiros, e, no entanto, compraram enganados. E agora quem é que responde por isso? Em minha opinião quem responde é o poder público. É ele quem deveria indenizar aquelas terras. Mas isso depois de décadas traz um problema para o atual governo que não é nada desprezível. Então, a questão mais urgente, ai cabe ao governo federal, naturalmente com o apoio e até com a pressão política do governo local, tanto estado como municípios de providenciar com a máxima urgência a finalização dos estudos para a demarcação das terras e a partir daí então dar a César o que é de César.

Campo Grande está entre as capitais campeãs em número de divórcios, por que este ranking?

Porque eu não sei dizer. Mas deixa-me falar de uma pesquisa que nós fizemos em 1999 sobre as tendências do catolicismo em seis regiões metropolitanas: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador. Desta pesquisa nasceu um atlas da afiliação religiosa no Brasil, feito por professores da PUC-Rio com base no censo de 2000. Usando técnicas de cartografia se faziam panoramas de todas as religiões declaradas no censo. Então, por esse mapa dá para comparar direitinho, naquela época, no começo do século onde estão os muçulmanos, onde estão os budistas, onde estão luteranos, todos... As religiões todas declaradas. Nós percebemos naquela época que o maior trânsito religioso, de pessoas que mudam de religião, acontecia principalmente nas fronteiras agrícolas. Era MT, MS, RO, um pouco PA e nas periferias das grandes cidades. A explicação me parecia que era muito lógica. Eram regiões que durante o regime militar houve um incentivo muito grande para a ocupação das terras e uma conseqüente migração, que muitas vezes acontecia dividindo a família. Ia o marido na frente para preparar o terreno. Só que, com muita frequência, quando a esposa vinha já encontrava uma ‘filial’ ali. Outra família constituída. E nas periferias das grandes cidades, porque ali a mobilidade é muito grande. As pessoas que vem do interior sem qualificação e acabam empurradas nestes grandes conglomerados de pessoas. É preciso criar a Pastoral do Acolhimento e da Visitação porque essas pessoas ficam muito vulneráveis, muito fragilizadas.

Um estudo da FGV feito há quatro anos mostrou uma coisa muito interessante: onde os programas do governo, seja bolsa família, bolsa escola, o que for, deram certo, o trânsito religioso parou. Porque as pessoas buscam outras religiões, se tornam vulneráveis a pessoas inescrupulosas que se servem da religião para enriquecer justamente porque elas não têm ninguém a recorrer. É uma carência muito grande.

Isso aqui é o resultado de uma pesquisa que tem há 12 anos, e nem foi feita realizada como pesquisa de campo aqui. Mas ela já acenava cartograficamente à luz do censo que havia essa dificuldade. Possivelmente, isso acaba repercutindo também na constituição familiar, na instabilidade familiar, melhor dizendo.

Este ano foi aprovado o casamento homossexual, como o senhor vê isso?


O meu pensamento é o mesmo da igreja. Não é que eu me dissocie daquilo que a igreja pense a esse respeito. Em primeiro lugar existe o fenômeno do homossexualismo, ou da homossexualidade ou da homoafetividade que até onde eu pude ler não existe uma explicação cientifica para o fenômeno em si. De onde vem? Fala-se em opção. Mas tem muita gente que diz que não é opção, a pessoa já nasce com certos tipos de preferências.

Então, em primeiro lugar, eu acho que nós temos muito que crescer e aqui sim sem preconceitos. A questão de gênero hoje é tão carregada de emoções de sentimentos que basta alguém fazer, expressar um pensamento que não seja do agrado de determinados grupos que pode sofrer represálias midiáticas e morais bastante sérias. Então colocar um fenômeno, um fenômeno humano que está ai e que merece ser conhecido em todas as suas conseqüências. Não ter medo daquilo que a própria ciência vai nos dizer.

Segundo, existem certos projetos de leis, entre eles o do casamento homossexual e a tal lei da homofobia que está no Senado, a PL 122, que radicalizam de uma tal maneira que no conflito dos Direitos acaba apagando outros. A primeira versão desse PL 122 chegava a criminalizar de tal maneira a manifestação de uma opinião em torno da questão homoafetiva que dava cadeia inclusive em situações muito delicadas. Isso no projeto anterior, atualmente ele está sendo amenizado. Por exemplo: eu tenho um seminarista. A igreja exige para a pessoa ser padre que ela faça a opção pelo celibato. Se o seminarista começa a namorar uma menina, os dois inclusive têm relações, e eu mando ele embora do seminário não tem problema nenhum. Se ao contrário, ele começa a ter um relacionamento homossexual e eu o mando embora do seminário, pelo projeto anterior, eu poderia pegar dois anos de cadeia. Porque eu estaria discriminando uma pessoa que não poderia manifestar e expressar a sua homoafetividade. Então você percebe que havia dois pesos, duas medidas. De repente você tinha uma classe que era intocável, independente das motivações de grupo.

Em relação à questão do casamento. Eu tenho uma ideia muito clara. É evidente que as pessoas podem se associar para as finalidades que queiram: buscar pensão, buscar segurança, buscar tudo isso. Agora o grande problema nosso é a equiparação do nome família e da terminologia matrimônio para o casal homoafetivo.

Então a igreja não é contra a questão jurídica?

Não, o grande problema é a equiparação de uma família que a gente considera ainda hoje, apesar de todas as crises.

Para finalizar, em 2009 o senhor foi eleito um dos 100 brasileiros mais influentes pela Revista Época o que representou esse título para você?

Com certeza o título foi muito mais para a instituição que eu representava do que para mim pessoalmente. Como eu era secretário-geral da CNBB, claro que a gente impõe também o ritmo, da própria formação, as próprias opções. Mas quem, realmente ganhou esse prêmio foi a própria confederação.

Currículo

Nascido em 1° de abril de 1956 viveu em Boa Esperança até concluir o segundo grau. Formou-se em Engenharia Eletrônica no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica). Trabalhou como engenheiro no INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Cursou Filosofia no Instituto de Filosofia de São Bento e Teologia no Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus. Foi ordenado presbítero aos 3 de dezembro de 1988.

Doutorou-se em Teologia Sistemática pela Universidade Gregoriana de Roma.

De vota ao Brasil, foi pároco da Paróquia Imaculada Conceição de Eugênio de Mello e vigário paroquial das Paróquias Sant´Ana e São José, e da Catedral de São Dimas diocese de São José dos Campos.

Trabalhando na formação presbiteral foi vice-reitor do Seminário de Filosofia e professor do Instituto de Filosofia Santa Teresinha do Menino Jesus e, posteriormente, vice-reitor da Residência Teológica Padre Rodolfo.

Esteve a serviço da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) em Brasília, onde ocupou os cargos de Secretário do Instituto Nacional de Pastoral e Secretário da Comissão Episcopal de Doutrina.

Em 2009 foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes. um ano depois recebeu a mesma honraria pela Revista Veja.

Foi Bispo Titular de Megalopolis in Proconsulari Auxiliar do Rio de Janeiro. Atualmente é Arcebispo Metropolitano de Campo Grande, MS.

Fonte: Midiamax

sábado, 17 de dezembro de 2011

Esquenta reestreia com mistura animada!


No programa que foi ao ar no dia 11/12, Regina Casé mostrou que está de volta para sacudir a galera e continua fazendo a temperatura do seu verão subir ainda mais. O Esquenta! foi animadíssimo e ninguém ficou parado com tanta música boa. A dupla Maria Cecília & Rodolfo caiu no samba e provou que não existe mais preconceito na mistura dos ritmos. Ao lado da banda fixa do programa, os dois cantaram um “sambanejo”, mix de samba com sertanejo, e até arriscam alguns passinhos.

Regina também convidou ao palco o pessoal da Turma do Pagode, que ela conheceu durante uma gravação do programa Central da Periferia e hoje faz o maior sucesso com as músicas “A gente já não rola há muito tempo” e “Camisa 10”. E para sambar junto com eles, teve a belíssima presença da Globeleza, Aline Prado.

Na estreia do quadro “Calourão” o pessoal do júri composto por Preta Gil, Jomard Muniz, Tanit Galdeano, Leandro Sapucahy, Talita Pugliesi, Arlindo Cruz, Fábio Porchat e a dupla Camila e Maíra elegeu a empregada doméstica mais afinada do Brasil.

Na Biblioteca do Esquenta!, Regina convidou Ronilço, e mostrou como ele realizou um sonho e montou uma Gibiteca em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

O Esquenta! é apresentado por Regina Casé e tem direção de núcleo de Guel Arraes, direção de Monica Almeida e criação de Hermano Vianna e Regina Casé.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Cursos GRÁTIS na Fatec Senai Campo Grande

Guerreiros, coisa boa para todo mundo... tem que divulgar!

A Fatec Senai Campo Grande está com inscrições abertas para 1.316 vagas em cursos GRATUITOS de Educação Profissional.

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

As maravilhas do mundo!


Foi pedido a um grupo de alunos que escrevessem uma lista do que pensavam ser “as sete maravilhas do mundo” dos nossos dias.
Houve algumas diferenças mas, eis as que tiveram o maior número de votos:
1.As Grande Pirâmides do Egipto; 2. O Taj Mahal; 3. O Canal do Panamá; 4. O Empire State Building; 5. A Basílica de Saint Pierre; 6. O Grande Canyon; 7. A Grande Muralha da China.
Enquanto se contavam os votos, a professora nota que dois estudantes ainda não tinham entregue os seus papeis.
Então, pergunta aos jovens se tinham alguma dificuldade em fazer as suas listas.
Um deles respondeu: “Sim, um bocado. É difícil escolher, porque existem tantas..!”
A professora diz-lhe: Diz o que já escreveste e talvez te possa ajudar.”
O jovem exitou e depois disse: “Penso que as sete maravilhas do mundo são:
I . Ver; II. Ouvir; III. Tocar; IV: Provar; V. Sentir; VI. Rir; VII. Amar…
Todos ficaram em silêncio absoluto. Estas coisas são de tal maneira simples e banais que nos esquecemos até que ponto são maravilhosas!
Então, a professora vira-se para o outro aluno indeciso, e após fazer-lhes as mesmas perguntas, obteve a seguinte resposta, com uma subtil ponta d humor:
Em tempos remotos, um primeiro-ministro foi ouvir umas baladas e, chegado ao local, é-lha barrada a entrada por um segurança da época.
“Por favor, senhor, queira identificar-se.”
«Como? Identificar-me? Eu sou o primeiro-ministro, não me está a ver?»
“Perdoe-me, senhor, mas existem muitos sósias e, por tal motivo, a ordem dos organizadores da festa é para permitir apenas a entrada mediante a apresentação do documento identificativo.”
«Bolas. Não trouxe nenhum.»
“Bem, senhor, esse tipo de situações já aconteceu com outras pessoas conhecidas. Por exemplo, O Robin dos Bosques, que também se esqueceu da documentação. Pedi-lhe que acertasse com uma flecha numa maçã a vinte metros, e ele fê-lo à primeira e ao dobro da distância. Outros também se esqueceram da documentação e pedi-lhes que dissessem algumas frases em latim e grego, e de imediato me convenceram, acabando por entrar sem apresentarem documento algum.”
«Caramba! Mas eu não sei fazer coisa nenhuma!»
“Seja bem-vindo, senhor primeiro-ministro e perdoe-me pelo transtorno.”
A professora perguntou um tanto admirada: “Qual é essa maravilha de que pretendes falar-nos?”
O aluno, responde que a honestidade do segurança, que não se deixou subornar…
Lembremo-nos: As coisas mais preciosas não se podem comprar ou serem feitas pelos simples mortais. O silêncio que se seguiu foi ainda mais profundo e admirativo.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Confira frases marcantes de Steve Jobs, fundador da Apple


O legado de Steve Jobs vai além da Apple, da Pixar e dos produtos que ele ajudou a desenvolver. Famoso pela oratória, pela capacidade de síntese de ideias e pelo carisma em suas apresentações, Jobs deixa ainda uma coleção de afirmações polêmicas, frases visionárias e pensamentos que ajudaram a definir os rumos da tecnologia nos últimos anos. O G1 selecionou algumas das frases de Jobs. Confira:

Sobre a vida
“Eu trocaria toda a minha tecnologia por uma tarde com Sócrates” –Newsweek, 2001

“Ser o homem mais rico do cemitério não me interessa. Ir para a cama à noite dizendo que fizemos algo maravilhoso, isso importa para mim”–The Wall Street Journal, 1993

“Você quer passar o resto de sua vida vendendo água com açúcar ou quer ter a chance de mudar o mundo?”– em entrevista a John Sculley para o livro “Odyssey: Pepsi to Apple”

“Às vezes a vida te bate com um tijolo na cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me fez continuar foi que eu amava o que eu fazia. Você precisa encontrar o que você ama. E isso vale para o seu trabalho e para seus amores.Seu trabalho irá tomar uma grande parte da sua vida e o único meio de ficar satisfeito é fazer o que você acredita ser um grande trabalho. E o único meio de se fazer um grande trabalho é amando o que você faz. Caso você ainda não tenha encontrado[ o que gosta de fazer], continue procurando. Não pare. Do mesmo modo como todos os problemas do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer relacionamento longo, só fica melhor e melhor ao longo dos anos. Por isso, continue procurando até encontrar, não pare" – discurso durante formatura em Stanford, 2005

“Você não pode conectar os pontos olhando para a frente; você só pode conectar os pontos olhando para trás. Assim, você precisa acreditar que os pontos irão se conectar de alguma maneira no futuro. Você precisa acreditar em alguma coisa – na sua coragem, no seu destino, na sua vida, no karma, em qualquer coisa. Este pensamento nunca me deixou na mão, e fez toda a diferença na minha vida.” – discurso durante formatura em Stanford, 2005

“Lembrar que eu estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que eu encontrei para me ajudar a fazer grandes escolhas na vida. Por que quase tudo – todas as expectativas externas, todo o orgulho, todo o medo de se envergonhar ou de errar – isto tudo cai diante da face da morte, restando apenas o que realmente é importante. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira para eu saber evitar em pensar que tenho algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir o seu coração.” – discurso durante formatura em Stanford, 2005

“Isto foi o mais perto que cheguei da morte e espero que seja o mais perto que eu chegue nas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso dizer agora com mais certeza do que quando a morte era apenas um conceito intelectual: nnguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para ir para lá. Ainda, a morte é um destino que todos nós compartilhamos. Ninguém conseguiu escapar dela. E assim é como deve ser porque a morte é talvez a melhor invenção da vida. É o agente que faz a vida mudar. É eliminar o velho para dar espaço para o novo. Neste momento, o novo são vocês, mas algum dia não tão longe, vocês gradualmente serão o velho e darão espaço para o novo. Desculpa eu ser tão dramático, mas é a verdade” – discurso durante formatura em Stanford, 2005

“Seu tempo é limitado. Por isso, não perca tempo em viver a vida de outra pessoa. Não se prenda pelo dogma, que nada mais é do que viver pelos resultados das ideias de outras pessoas” – discurso durante formatura em Stanford, 2005

“Tenha vontade, tenha juventude. Eu sempre desejei isso para mim. E agora, que vocês se formam para começar algo novo, eu desejo isso para vocês” – discurso durante formatura em Stanford, 2005

Sobre tecnologia

“Eu acho que [a tecnologia] fez o mundo ficar mais próximo e continuará fazendo isso. Existem desvantagens para tudo e consequências inevitáveis para tudo. A peça mais corrosiva da tecnologia que eu já vi se chama televisão, mas novamente, a televisão, no seu melhor, é magnífica.” – Revista Rolling Stone, dezembro de 2003

“Nascemos, vivemos por um momento breve e morremos. Tem sido assim há muito tempo. A tecnologia não está mudando muito este cenário” – Revista Wired, fevereiro de 1996

“Se você é um carpinteiro e está fazendo um belo armário de gavetas, você não vai usar um pedaço de compensado na parte de trás porque as pessoas não o enxergarão, pois ele estará virado para a parede. Você sabe que está lá e, então, usará um pedaço de madeira bonito ali. Para você dormir bem à noite, a qualidade deve ser levada até o fim”— Revista Playboy, 1987

“O único problema da Microsoft é que eles não têm estilo. Eles não têm estilo nenhum. E não falo isso nas pequenas coisas, falo em tudo, no sentido de que eles não pensam em ideias originais e de que eles não levam cultura para os seus produtos – Documentário ‘Triumph of the Nerds’, 1996

Sobre o futuro

“Eu sempre estarei ligado à Apple. Espero que durante toda a minha vida o meu fio se cruze com o fio da Apple, como uma tapeçaria. Posso ficar afastado por algum tempo, mas eu sempre vou voltar.” – Revista Playboy dos Estados Unidos, fevereiro de 1985

“A principal razão para a maioria das pessoas comprarem um computador para suas casas será para se conectar a uma rede nacional de comunicações. Estamos apenas nos primeiros estágios do que será uma grande revolução para a maioria das pessoas – tão revolucionária quanto o telefone.” – Revista Playboy (edição americana), fevereiro de 1985

“A indústria do computador desktop está morta. A inovação virtualmente acabou. A Microsoft domina cada uma destas inovações. Isso acabou. A Apple perdeu. O mercado do PC desktop entrou em uma fase negra e ficará nela pelos próximos 10 anos ou até o final desta década” – Revista Wired, fevereiro de 1996

“Se eu tivesse largado esta única disciplina na faculdade [caligrafia], o Mac não teria diversas fontes e espaços proporcionais entre elas. E já que o Windows copiou o Mac, seria provável que nenhum outro computador tivesse a mesma coisa”. – discurso durante formatura em Stanford, 2005

Sobre a Apple

"Nunca tivemos vergonha de roubar grandes ideias” – Documentário ‘Triumph of the Nerds’, 1996

“Se eu estivesse liderando a Apple, eu apostaria tudo pelo Macintosh e depois me ocuparia com um próximo grande lançamento. A guerra do PC acabou, a Microsoft venceu há muito tempo” – Revista Fortune, 1996

“Estes produtos são um lixo. Não há mais sexo neles” – BusinessWeek, 1997

“Ninguém tentou nos engolir desde que eu estou aqui. Acho que eles têm medo de qual seria o nosso sabor” – reunião com acionistas, 1998

“Cara, a gente patenteou ele” (apresentando o iPhone) – Macworld, 2007

“Fizemos os botões na tela ficarem tão bons que você vai querer clicar neles” [sobre o Mac OS X] – Revista Fortune, janeiro de 2000

“Entrará para a história como uma grande mudança na indústria musical. Isso é histórico. Eu não posso subestimar isso” [sobre a loja virtual iTunes Music Store] – Revista Fortune, maio de 2003

“A cura para a Apple não está no corte de preços. A cura para a Apple está em inovar o meio de sair deste problema” – Apple Confidential: The Real Story of Apple Computer, 1999

“Eu não percebi isso na época, mas ter sido demitido da Apple foi a melhor coisa que aconteceu comigo. (...) Foi um remédio com gosto horrível, mas acho que o paciente precisava dele”. – discurso durante entrega de diploma de Stanford, 2005

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Campanha Vereadores do PSDB Campo Grande


Estes sãos os "santinhos" dos primeiros candidatos a vereador pelo PSDB em Campo Grande - MS, onde na epoca o meu pai JOSÉ ROBERTO DE OLIVEIRA, e o meu tio que ja faleu, APARICIO LUIZ XAVIER DE OLIVEIRA, o popular Mister Apa, foram candidatos a vereador. Na epoca o candidato era Plinio Martins e Saulo Queiroz vice.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Partir...


Tem dias que a única vontade que temos é de partir...

Rumo ao desconhecido, ao inesperado.

Sou caçador de mim mesmo, das minhas ilusões e dos meus medos.

Sucesso!


Chegou a hora de partir, pois se não formos, ninguém irá por nós. Entre sonhar e partir, ficamos com o segundo. Mas não basta partir. É preciso documentar o que foi visto como forma de estimular os que, invariavelmente, ficam. O registro como o meio de ir de novo, de ver de novo. É preciso lembrar que o mundo é maior que nossos sonhos; e que basta um passo para deixarmos de estar no mesmo lugar.

sábado, 10 de setembro de 2011

Psicóloga fala da erotização precoce e diz que é preciso tratar agressores e vítimas da violência sexual


Violência e abuso sexual contra crianças e adolescentes tem sido tema recorrente nos noticiários, inclusive em Campo Grande e em cidades do interiro de Mato Grosso do Sul. A idade das vítimas varia, assim como as circunstâncias da violência, mas a quantidade crescente de casos que vêm à tona e ganham as manchetes é preocupante.

A psicóloga Ludmila de Moura, com 25 anos de profissão, afirma que é necessário primeiro entender a questão, tratar vítimas e abusadores, além de, ao mesmo tempo, agir preventivamente. Erotização da mídia, estimulação sexual precoce e falta de repressão são alguns pontos críticos da questào, segundo avaliação da psicóloga.

Ludmila é professora da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), onde atua como supervisora de estágio na área da Saúde. No consultório, atende crianças, adolescentes e pais. Ludmila tem dois filhos, de 9 e 13 anos. Confira a entrevista.

Midiamax: Existe um perfil, a criança que sofre qualquer tipo de violência, ela apresenta um comportamento diferenciado, ou pode agir como uma criança que não passa por toda essa pressão?

Ludmila:
Se essa violência é uma coisa realmente freqüente, constante, você vai poder perceber sim, pelo comportamento da criança. Geralmente, ela vai ser mais inibida, amedrontada, mais tímida, ela vai evitar o contato com outras pessoas, às vezes até para não denunciar os pais ou adultos, se é em casa que a violência está ocorrendo. É difícil, mas ela pode até tentar esconder. Até mesmo porque muitas vezes o adulto a ameaça que se ela denunciar, principalmente no caso de abuso sexual, ela vai sofrer alguma represália. Às vezes, se é um conhecido, ameaça bater nos pais ou na própria criança, ou até matar. Geralmente é um adulto que amedronta essa criança e aí, nesse sentido, ela vai procurar disfarçar, porque está assustada, até mesmo para não sofrer mais abuso.

Midiamax:
No caso de crianças que sofrem violência como o abuso sexual, qual é o encaminhamento para chegada desse paciente ao consultório do psicólogo?

Ludmila: Geralmente a gente recebe através de solicitação do conselho tutelar ou de algum familiar. O mais comum é que esses encaminhamentos sejam feitos nos serviços públicos, através do conselho tutelar, que vai verificar essa denúncia. Muitas vezes também é feito por um profissional de saúde, que observa que a criança está com lesões, ou chega machucada para o atendimento de saúde. Também pode ser observado na escola, verificando a pressão psicológica, como eu falei, uma criança muito inibida, tímida, amedrontada. Mas, tem que haver uma denúncia para que a gente possa intervir.

Midiamax: Quando essa criança chega ao atendimento no consultório, ela já revela nas primeiras consultas o que está acontecendo?

Ludmila: Nós começamos através de entrevista, quanto menor é a criança, mais a gente usa jogos, brinquedos, brincadeiras e até testes psicológicos, inclusive para ela expressar o que está acontecendo. Às vezes não é em uma entrevista apenas, que a gente vai ter todo este quadro esclarecido, até porque ela vai precisar adquirir certa confiança. Geralmente, são feitas várias entrevistas, com a família também, os responsáveis, e com quem denunciou. É melhor um trabalho em equipe para dar o apoio e assistência para essa criança ou adolescente. Porque até se o agressor é da própria família, ele tem que ser retirado ou ela vai ser retirada deste ambiente.

Midiamax: Quando a criança vive em um ambiente de violência, é melhor ela ser retirada da casa, mesmo que tenha o apoio da mãe que não é a agressora?

Ludmila: Não. A gente só retiraria a criança se os dois, o pai e a mãe, estiverem cometendo essa violência, ou pelo menos permitindo. No caso de um dos dois ser o protetor, é melhor ela ficar com alguém da família mesmo, alguém conhecido, do que ir para um ambiente totalmente novo e estranho. Há muitos casos em que as vítimas são vários irmãos, e então todos vão para um abrigo. Mas tem todo um processo, uma investigação para ver se realmente está ocorrendo a violência clara, explicita, e aí, sim, imediatamente o nosso dever é proteger a criança. O ECA (Estatudo da Criança e do Adolescente) dá essa garantia de preservar toda a integridade da criança.

Midiamax: O acompanhamento psicológico da criança que sofreu algum tipo de violência é demorado? É difícil superar?

Ludmila:
É um atendimento que a gente considera a longo prazo, pois se a violência é familiar, e ao mesmo tempo vai haver um afastamento da família, uma desagregação, uma desintegração familiar em função disso, há demora na recuperação. A vítima pode precisar morar num abrigo, vai então ter que passar por consequências dessa violência. O ato em si já é algo que vai abalar o emocional dessa criança, até porque como que ela vai confiar no mundo, no adulto, se alguém que deveria proteger, como o pai e a mãe, é alguém que a violenta? Então toda confiança e segurança dela vão estar abaladas neste sentido. E além de tudo, dependendo da consequência, tudo isso vai ter sequelas, sim, que precisam ser trabalhadas. A gente não sabe precisar quanto tempo, mas enquanto o profissional avaliar que há necessidade, é importante fazer o acompanhamento psicológico, não só da vítima, como também do abusador. Muitas vezes se esquece que quem sofreu violência na infância é quem vai ser o abusador, quem vai repetir a violência no futuro. Então o adulto também é uma pessoa doente e precisa de tratamento psicológico.

Midiamax:h No caso de adolescentes, crianças de até 14 anos, geralmente as meninas: muitas vezes elas "se apaixonam" pelo violentador, e ele usa a idade e toda a experiência para seduzi-las. Já tratou de algum caso semelhante?

Ludmila: Já acompanhei alguns casos, que não foram atendidos diretamente por mim, e verifiquei que isso é muito comum. Precisa ser trabalhada com a adolescente a questão da idealização do adulto. Mas agora a gente não pode esquecer que a adolescência é uma fase em que a sexualidade está realmente florescendo, surgindo, então precisamos trabalhar preventivamente, com a educação. É uma fase complicada, que precisa de uma atenção mais preventiva e educativa da sociedade para evitar até, por exemplo, a gravidez na adolescência, que é algo muito comum hoje em dia.

Midiamax:
Os pais não percebem que hoje em dia na idade de 12 a 14 anos, os pré-adolescentes já estão despertando a sexualidade, e os agressores acabam se aproveitando disso?

Ludmila:
Sim, é uma ambivalência, pois da parte do adolescente existe o desejo também. Se a gente proíbe é porque tem o desejo, e por isso é que deve ser orientado. Eles precisam aprender a refrear este desejo, a canalizar de uma forma saudável esta sexualidade, para um esporte, atividades como trabalho de escoteiros, de cuidar de outras pessoas.

Midiamax:
Os pais conseguem perceber ou geralmente não querem enxergar que o filhos está sofrendo algum tipo de violência?

Ludmila: Quando um é o abusador e o outro não está percebendo é porque, emocionalmente, é muito difícil para ele aceitar esta situação. Vamos imaginar que é o pai abusando da filha. Há alguns casos que a gente acompanha em que a mãe nega. Às vezes a filha até denuncia para a mãe, e ela não acredita. Muitas vezes são mulheres que dependem emocionalmente e economicamente daquele homem, então elas não conseguem admitir que aquilo está acontecendo e não se sentem capazes de morar sozinhas, de cuidar delas mesmas e dos filhos. É um lado delas que nega os fatos e mantém como se nada tivesse acontecendo. Já também existem casos em que a mãe entra em competição com a filha, e acredita que ela que está seduzindo seu marido, o padrasto. Família é algo bastante complexo, não podemos julgar como simplesmente certo ou errado. Quando isso acontece numa família, todos precisam de atendimento e de ajuda.

Midiamax: Existe um perfil sócio-econômico que demonstre a existência de maior incidência de violência sexual?

Ludmila: No Brasil não existem estudos muito amplos em relação isso. A gente não pode dizer que é a classe alta ou baixa. O que acontece também é que a gente tem menos denúncias nas classes mais abastadas economicamente. Na classe mais baixa, o que a gente tem muito evidente é a questão do alcoolismo e o uso de drogas. Geralmente, o alcoolismo faz com que as pessoas se desinibam, então os homens são mais agressivos em relação às famílias.

Midiamax: O atendimento público, na sua opinião, ele é eficaz nesses caso para perceber que a criança sofreu algum tipo de violência?

Ludmila: Geralmente, se há uma denúncia, o conselho tutelar é que encaminha essa criança para o atendimento público. Nós temos aqui em Campo Grande, junto à Secretaria Municipal de Saúde o Caps Pós-trauma PPT, que dá atendimento a todo tipo de violência. Eu acho que é eficiente, só que nós, profissionais, psicólogos, somos em número pequeno para atender a demanda. A necessidade é muito grande de haver a contratação de mais profissionais, maior número de Caps [Centro de Atendimento Psico-social], de atendimentos nos serviços públicos para poder atuar até preventivamente, não só no tratamento. A gente precisa de um número maior de profissionais para atuar na prevenção e na saúde da família.

Midiamax: A senhora sabe dizer qual é a motivação de um pedófilo ao abusar de uma vítima?

Ludmila:
Ele é uma pessoa também imatura, doente, que busca o prazer, e só obtém isso com uma criança. Então entendemos que ele também se sente uma criança. A percepção dele em relação à vítima é como se ele não estivesse fazendo mal . Muitas vezes ele até justifica que ela, a criança, também sente prazer, que foi ela o que seduziu, e ele se coloca no papel de vítima. Mas são pessoas emocionalmente doentes e que precisam de tratamento, não só de prisão, como é feito em outros países.

Midiamax: Num caso recente aqui em Campo Grande divulgado pela imprensa nesta quinta-feira, dia 8, o abusador preso disse que era a adolescente que ligava e ia atrás dele. Isso ocorre com freqüência?

Ludmila: Há casos em que a adolescente seduz o adulto também, pois há toda uma erotização. Na televisão você vê crianças dançando e estimulando a sexualidade. O primeiro erro é que a sociedade precisa colocar mais freios nesta questão da sexualidade infantil, precisa reprimir mais, censurar e, desde as novelas, em que a sexualidade está muito banalizada. Pode acontecer de o adulto até sentir o desejo pela adolescente, mas o que não pode é colocar em prática. Muitos adultos são estimulados pela criança e adolescente, só que conseguem reprimir, dizer "não, isso não pode, não está certo". Mesmo que tenha uma adolescente com 16 anos, menor de 18 anos, que vá seduzi-lo, ele tem que saber que isso não é certo.

Midiamax: Toda criança é capaz de se recuperar de traumas de violência e/ou abuso sexual?

Ludmila:
Essa pergunta é difícil de responder. Depende do quanto foi esse abuso, da intensidade, frequência, em que período a criança estava na fragilidade psicológica. Todos esses fatores são importantes para saber quando ela vai se recuperar. Mas acho que sempre vai ficar uma marca, uma cicatriz. Mesmo que faça um curativo, será uma ferida que curou, mas sempre deixa uma marca. Isso não quer dizer que a pessoa vai ter uma vida ruim, cheia de problemas, que nunca mais vai ter conserto, às vezes até é o contrário. O que a gente procura trabalhar com os pacientes é que ele transforme esta experiência num aprendizado, em algo bom, em algo que faça com que ele seja até mais sensível, mais solidário, compreensivo com as outras pessoas e até com ele mesmo.

(Transcrição: Mariana Anunciação)

Fonte: Midiamax

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Medíocre: ser ou não ser?


“Alguém que aceita a mediocridade – na escola, no trabalho, na vida – é uma pessoa que desiste de algo, e quando o líder desiste de algo, a organização toda também o faz.” – Charles Knight

Na era da excelência, parece-nos que nenhum empresário ou executivo aceitaria, sem alguma dificuldade ou constrangimento, ver sua empresa taxada como medíocre.

Algumas das acepções apresentadas no dicionário Houaiss para essa palavra podem ajudar a entender o motivo do constrangimento gerado:

de qualidade média, comum; mediano, meão, modesto, pequeno.

Sem expressão ou originalidade; mediano, pobre, banal, passável.

diz-se de ou pessoa pouco capaz, sem qualquer talento que, de modo geral, fica aquém das outras ou que, num dado campo de atividades, não consegue ultrapassar ou mesmo atingir a média.

aquilo que está abaixo da média, relativamente à qualidade, originalidade etc.; inexpressivo, ordinário.

Vamos olhar para a mediocridade nos negócios e entender o que ela realmente é e como afeta ou pode afetar sua empresa.

Uma empresa em estado de mediocridade é aquela que alcança pouco ou nenhum lucro líquido, que compete apenas por preço, que não encontra um fator que a diferencie de seus concorrentes e que não gera o retorno esperado pelos seus proprietários.

Se isso acontece com você nesse momento, sua pergunta chave provavelmente é: “devo fechar agora, evitando perder tempo e dinheiro, ou devo continuar tentando levantar essa empresa e tocá-la em frente”?

Isso depende da sua resposta a outra pergunta: você está realmente disposto a fazer o que for preciso para levar sua empresa a funcionar da forma como deseja? Ou está travado, com medo de se mover, incerto quanto ao que fazer, indisposto para tentar novas ações, incapaz de confiar nas pessoas ou até mesmo confortável com a mediocridade?

Não pense que deve considerar o conforto com a mediocridade como algo errado. Pode estar certo de que existem muitos empresários e dirigentes que se encontram confortáveis com ela, mesmo que não verbalizem ou que tentem disfarçar isso. Basta olhar a sua volta e observar quantos aceitam atingir menos do que seu potencial e que continuam “esforçando-se” como loucos para manter o status quo, ainda que ele seja aquém do desejado e viável.

O fato é que é possível sobreviver sendo medíocre e eu tenho certeza que você conhece muitas pessoas e empresas que comprovam isso, ignorando seus reais potenciais de sucesso e crescimento.

Porém, se o que deseja para você e sua empresa for algo parecido com “ser o líder em meu mercado”, “vender baseado não apenas em preço”, “ter melhores resultados que meus concorrentes”, “ter uma equipe capaz de tocar e gerenciar a empresa”, “ser simplesmente o acionista, ao invés de ser aquele que está sempre sobrecarregado de trabalho”, “gerar retorno de investimento acima do possível via mercado financeiro”, “ter tempo para estar também com minha família, amigos e me divertir”, uma combinação disso, ou reunião de outras opções similares, então você é – com certeza – parte dos que não aceitam a taxação de medíocre.

E para evitar cair nessa classificação você pode começar o trabalho focando a atenção em seus clientes. Mesmo que eles estejam procurando por produtos descartáveis e baratos, com certeza têm expectativas quanto à conveniência, facilidade de uso/consumo, atendimento e outros fatores. Se estiverem em busca de produtos de alta qualidade e diferenciados, então, muito melhor para quem deseja fugir da mediocridade. Afinal, como afirmou Malcolm McDonald no livro ‘Planos de Marketing’, “Empresas com produtos médios merecem sucesso médio”.

O que diferencia a empresa média da empresa excelente não é apenas a qualidade de seus produtos e serviços, no entanto. Empresas excelentes entendem que a melhor métrica sobre a qual pautar seus resultados é a satisfação do cliente. A cultura da empresa deve ser construída com essa visão e deve ser estabelecida com a contribuição de todos, através de comunicação e da participação de uma equipe esclarecida, motivada, criativa e empreendedora, garantindo que não haja espaço para dúvidas, desconhecimento ou descaso. Citando novamente McDonald, “pessoas desinteressadas e desinteressantes, para as quais a subserviência e a aquiescência são a norma, causam desempenho médio ou abaixo da média”.

Resumindo, para sair da mediocridade – se esse for o seu desejo – você pode e deve começar reavaliando seus clientes e seu nível de satisfação atual. Deve tentar compreender profundamente as causas de insatisfação e, de forma constante e incansável, agir sobre elas transformando-as a contento. Para isso, é possível que tenha que reavaliar/reformular seus produtos, sua equipe e também com grande probabilidade, sua forma geral de comunicação.

Seus conhecimentos, capacidades e habilidades em marketing serão de grande valia para planejar e executar essas mudanças. Sem um Plano de Marketing que lhe forneça a visão e oriente as ações é muito provável que os resultados esperados não sejam alcançados. Se não se sentir capacitado nessa área para agir sozinho, não hesite em buscar alguém que esteja, evitando o risco de submeter a empresa a mudanças incertas ou míopes, que só o levariam a gastar mais dinheiro desnecessariamente.

Pode ter certeza: sair da mediocridade é possível, basta querer e trabalhar para isso. A inteligência de marketing é com certeza o caminho mais curto para o sucesso dessa empreitada. A partir dela e da formulação e execução de um bom plano seus produtos, serviços e habilidades de equipe no contato com os clientes vão evoluir, ampliando a satisfação dos clientes e o retorno que você deseja e merece.

por Isabel Campos

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A lenda chinesa

Há muitos anos, numa pobre aldeia chinesa, vivia um lavrador com seu filho. Seu único bem material, além da terra e da pequena casa de palha, era um cavalo que havia sido herdado de seu pai.
Um belo dia, o cavalo fugiu, deixando o homem sem o animal para lavrar a terra. Seus vizinhos - que o respeitavam muito por sua honestidade e diligência - vieram até sua casa para dizer o quanto lamentavam o ocorrido. Ele agradeceu a visita, mas perguntou:
- Como vocês podem saber que o que ocorreu foi uma desgraça na minha vida?
Alguém comentou baixinho com um amigo: "ele não quer aceitar a realidade, deixemos que pense o que quiser, desde que não se entristeça com o ocorrido".
E os vizinhos foram embora, fingindo concordar com o que haviam escutado.
Uma semana depois, o cavalo retornou ao estábulo, mas não vinha sozinho; trazia uma bela égua como companhia. Ao saber disso, os habitantes da aldeia - alvoroçados, porque só agora entendiam a resposta que o homem lhes havia dado - retornaram à casa do lavrador para cumprimentá-lo pela sua sorte.
- Você antes tinha apenas um cavalo, e agora possui dois. Parabéns! - disseram.
- Muito obrigado pela visita e pela solidariedade de vocês - respondeu o lavrador. - Mas como vocês podem saber que o que ocorreu é uma bênção na minha vida?
Desconcertados, e achando que o homem estava ficando louco, o vizinhos foram embora, comentando no caminho "será que este homem não entende que Deus lhe enviou um presente? "
Passado um mês, o filho do lavrador resolveu domesticar a égua. Mas o animal saltou de maneira inesperada, e o rapaz caiu de mau jeito - quebrando uma perna.
Os vizinhos retornaram à casa do lavrador - levando presentes para o moço ferido. O prefeito da aldeia, solenemente, apresentou as condolências ao pai, dizendo que todos estavam muito tristes com o que tinha acontecido.
O homem agradeceu a visita e o carinho de todos. Mas perguntou:
- Como vocês podem saber se o que ocorreu foi uma desgraça na minha vida?
Esta frase deixou a todos estupefatos, pois ninguém pode ter a menor dúvida que um acidente com um filho é uma verdadeira tragédia. Ao saírem da casa do lavrador, diziam uns aos outros: "o homem enlouqueceu mesmo; seu único filho pode ficar coxo para sempre, e ele ainda tem dúvidas se o que ocorreu é uma desgraça".
Alguns meses transcorreram, e o Japão declarou guerra contra a China. Os emissários do imperador percorreram todo o país, em busca de jovens saudáveis para serem enviados à frente de batalha. Ao chegarem na aldeia, recrutaram todos os rapazes, exceto o filho do lavrador, que estava com uma perna quebrada.
Nenhum dos rapazes retornou vivo. O filho se recuperou, os dois animais deram crias que foram vendidas e rederam um bom dinheiro. O lavrador passou a visitar seus vizinhos para consolá-los e ajudá-los - já que tinham se mostrado solidários com ele em todos os momentos. Sempre que algum deles se queixava, o lavrador dizia: "como sabe se isso é uma desgraça?" Se alguém se alegrava muito, ele perguntava: "Como sabe se isso é uma benção?" E os homens daquela aldeia entenderam que, além das aparências, a vida tem outros significados.

Talvez eu mude de casa . .
Talvez eu mude meus planos . .
Talvez eu precise dormir mais cedo . .
Talvez eu precise de novos amigos . .
Talvez eu precise de uma companheira . .
Talvez eu precise de aventuras . .
Talvez eu eu precise frequentar novos lugares . .
Talvez eu fique triste . .
Talvez eu fique alegre . .
Talvez eu precise viajar . .
Talvez eu precise estudar mais . .
Talvez eu precise seguir um novo caminho . .
Talvez eu precise estudar mais . .
Talvez eu precise de carinho . .
Talvez eu precise de uma direção . .
Talvez eu não seja como você, ou como você pensa . .
Talvez eu precise de silêncio . .
Talvez eu precise de um abraço . .
Talvez eu esqueça . .
Talvez eu apareça . .
Talvez eu aprenda . .
Talvez eu perca . .
Talvez eu ganhe . .
Talvez eu te abrace . .
Talvez eu te diga adeus . .
Talvez eu te ame . .
Talvez eu te odeie . .
Talvez eu sinta saudade . .
Talvez eu seja fraco . .
Talvez eu seja frio . .
Talvez eu precise pensar duas vezes . .
Talvez eu faça por impulso . .
Talvez seja apenas um sonho . .
Talvez se torne realidade . .


é, talvez . . talvez . .

de talvez a minha vida é feita !
e nem por isso eu deixo de ir em busca da felicidade .. !
Sonhe ...
Tente ..
Consiga !

O sonho te faz viveer .. sem ele você não vive, você EXISTE !
#PENSENISSO ! ;*

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A Borboleta Azul

Um aluno do Senai sugeriu este filme e achei o máximo... recomendo, pois faz pensar na vida.

Carpe Diem guerreiros!


A Borboleta Azul

Baseado em uma história real, A BORBOLETA AZUL conta a história de Pete, um garotoo de dez anos com uma doença terminal e que só tem uns meses de vida. O seu último desejo era capturar a borboleta mais linda da Terra: Uma borboleta azul, que só existe nas florestas virgens da América Central e do Sul. Determinada em realizar o sonho do filho, Teresa Carlton, a mãe solteira do garoto, convence Alan Osborne, um famoso entomólogo e o herói de Pete, a levá-los à floresta em busca da borboleta. A aventura se revelará uma lição única de vida e amor.

domingo, 28 de agosto de 2011

A morte


"A morte, por si só, é uma piada pronta.
Morrer é ridículo.
Você combinou de jantar com a namorada,
está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem,
precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no
carro e no meio da tarde morre. Como assim?
E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente?
Não sei de onde tiraram esta idéia:
MORRER!!!
A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio
estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve
lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física,
quase perdeu o fôlego, mas não desistiu. Passou madrugadas sem dormir para
estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer
da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora
de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente...
De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway,
numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis.
Qual é?
Morrer é um chiste.
Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém,
sem ter dançado com a garota mais linda,
sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida.
Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e
penduradas também algumas contas.
Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas,
a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.
Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu.
Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce,
caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina,
começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer.
Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte
costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã.
Isso é para ser levado a sério? Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o
sono eterno pode ser bem-vindo. Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não
acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase
nada guardado nas gavetas.
Ok, hora de descansar em paz.
Mas antes de viver tudo? Morrer cedo é uma transgressão,
desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero.
E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça.
Por isso viva tudo que há para viver.
Não se apegue as coisas pequenas e inúteis da Vida... Perdoe... Sempre!!!"
Adiar...Adiar...Adiar...será Sempre o melhor dos caminhos?
Pedro Bial

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

27 de Agosto dia do Psicólogo


Eita profissão linda esta minha... pois antes de tentar entender os outros tenho mecanismos para poder me entender. Somente assim me torno mais livre...

Olha nossa oração...

Senhor,
Só Você conhece em profundidade a criatura humana
Só Você é verdadeiro psicólogo.
Contudo, Senhor, aceite-me como seu ajudante.
Ensine-me as técnicas, oriente-me para não errar,
E quando eu falhar - sei que isso acontecerá -
venha depressa, Senhor, sanar o mal que fiz.
Dê-me um entranhado amor e respeito
pela criatura humana.
Não permite que a rotina, o cansaço
torne-me frio e indiferente ao outro.
Dê-me bastante humildade para aceitar meus erros,
perdoa as ofensas e ajuda-me a
atribuir os êxitos a Você.
Que no fim de cada dia, ao fazer minha revisão,
eu possa dizer em verdade:
Hoje fiz tudo quando dependeu de mim para
ajudar ao meu irmão.

Obrigado, Senhor!

PARABÉNS PARA TODOS OS COMPANHEIROS PSICÓLOGOS!




Sou forte, mas tenho medo!


Sou forte e hoje emocionalmente equilibrado, nossa muito melhor que antes... sou resiliente, mas hoje me deu um medo do amanhã... mesmo sabendo que tenho que viver um dia de cada vez.

Vou continuar caminhando com a mesma fé de sempre, porte de vencedor e olhar de guerreiro.

Um dia minhas palavras serão ecos de uma verdade que me aflita mas me encanta, pois mostra que sou ser humano igual a muitos que vivem neste mundo.

Não sou santo e nem quero ser santo... mas tenho a consciência que busco não prejudicar ninguém e sempre ajudo se possivel for...

Tenhos sonhos e pesadelos, tenho conflitos e são nestes conflitos que aprendi a crescer e me tornar um cara melhor.

Não busco ser aceito por ninguém, o que me importa e o respeito das pessoas.

A minha estrada tem muitas curvas e sei que lá no fim desta estrada tem um pote de ouro: Esperança!


O meu caminho se faz ao caminhar... e caminhando se vence o medo!

"Percorro o meu caminho,
Ora lento, ora apressado.
Sem querer saber o término.
Num constante caminhar.
Por estradas desconhecidas
Interagindo com pessoas amigas
Caminhando sempre.
Sem fraquejar, nem desanimar
Vivendo e sempre sonhando."

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Me senti pequeno hoje!

Sabe, hoje me senti um guerreiro bem pequeno... presenciei com decepção o caminhar de duas turmas na instituição que ensino, eles andaram prá trás... não mostraram diferencial... foram desmotivadores!

Mas creio que o errado fui eu, pois criei expectativa de mais nestas duas turmas e ai fui surpreendido com a apatia de muitos.

Eu busco em todos os momentos deixar meus problemas de lado e ser um motivador... tem dias que não estou legal, mas levanto, sacudo a poeira e dou a volta por cima. Busco separar as coisas. São jovens muitas vezes birrentos.

Ufa, mas blza... desabafei...

Estou 204 vezes melhor!

sábado, 20 de agosto de 2011

Cultura de continuidade ou ruptura?

O cancelamento de 11 convênios, no valor total de R$ 12 milhões (assinados na gestão de Juca Ferreira no Ministério da Cultura) pela atual gestão de Ana de Hollanda está provocando um racha no setor. Artistas e produtores de convênios cancelados avaliam que a atual ministra optou por uma ação de ruptura radical com o governo anterior, em vez de fazer um governo de continuidade, como apregoou quando assumiu.


Na semana passada, o Estado noticiou o caso da Rede de Revistas, grupo que reúne publicações de artes, que viu seu convênio abruptamente suspenso após ter sido selecionado e passado por várias instâncias de avaliação. Essa semana, outras duas instituições, o Instituto E (de design) e a Associação Brasileira de Estilistas (Abest), acusaram a descontinuidade de seus projetos.

O Instituto E tinha visto a aprovação, no ano passado, do projeto Design Sustentável para Equipamentos Culturais e Mobiliário Urbano, orçado em R$ 2.735.419,24 (incluindo as contrapartidas e os desembolsos). "O que o MinC alega são problemas processuais, dos quais caberia a ele mesmo a resolução, solicitando que sejam completadas as informações. Os problemas burocráticos, no caso do Instituto E, já tinham sido resolvidos. E o cancelamento foi de modo arbitrário e sem direito a resposta", afirmou nota do porta-voz do projeto.

Já o projeto cancelado dos estilistas envolveria o apoio de desfiles internacionais com os brasileiros Pedro Lourenço, Alexandre Herchcovitch e Carlos Miele e premiaria dois estilistas de destaque nas principais semanas de moda do ano passado. O apoio do Estado brasileiro à indústria de moda nacional tem sido incentivado desde a gestão Gilberto Gil, e a própria ministra Ana de Hollanda esteve na SP Fashion Week para ilustrar sua preocupação com o setor.

Na ultima Conferência Nacional de Cultura em 2010, moda, design e arquitetura passaram a ser reconhecidos como cultura pelo MinC e foram definidas estratégias para essas áreas. A nova Lei Rouanet, em trâmite no Congresso, prevê a inclusão do setor em um fundo setorial.

Segundo Vitor Ortiz, secretário executivo do Ministério da Cultura (o segundo no comando), a "conotação política" que querem dar aos cancelamentos é "equivocada" por uma série de motivos. O primeiro, ele diz, é que dos mais de 200 convênios celebrados, somente 11 foram cancelados, o que não caracteriza uma caça às bruxas. "Se fosse governo de descontinuidade, teríamos cancelado a metade ou todos", diz. "Todos os que foram cancelados o foram por motivos administrativos, técnicos ou jurídicos. O proponente pode ter acesso ao parecer. Antes de serem enviados para pagamentos, os projetos passam por essas avaliações e pela Advocacia Geral da União (AGU), e nem a ministra nem ninguém pode mandar pagar antes disso", afirmou.

"O parecer da AGU que questionava muitos dos itens já havia sido resolvido para que pudéssemos inscrever o projeto. De acordo com o advogado do Instituto E, este documento é tão contestável que evidenciava que havia por trás uma vontade política de minar o convênio", rebate fonte do Instituto E.

"O primeiro questionamento é saber se é habitual e se os outros ministérios colocaram os projetos conveniados na gestão anterior em tão radical escrutínio. Ainda mais sendo um governo de continuidade. Parece uma excessiva desconfiança em relação à gestão anterior, do governo Lula", diz o editor Sergio Cohn, que representa a Rede de Revistas. "O projeto passou por todas as etapas habituais de perícia técnica e jurídica do Ministério, tendo adequado ou justificado os pontos questionados pelo Ministério. A retomada desse processo, como tem acontecido, e de uma forma extremamente lenta, atrapalha o cumprimento dos prazos do projeto".

Parte dos convênios foram celebrados pela Secretária de Políticas Culturais em 2010, quando era dirigida por José Luiz Herência (atual sub-secretário da Secretária de Cultura do Estado de São Paulo). Um colaborador de Ana de Hollanda, em conversa em off com a reportagem, disse que houve excesso de "distributivismo" na gestão de Juca Ferreira, e que isso está sendo objeto de análise. Um ex-gestor da administração de Ferreira, que não quis se identificar, disse o seguinte ao Estado: "Estes convênios estavam regulares. O cancelamento é um ato político de revanchismo, desastrado e desastroso para a cultura. A atual gestão está perseguindo grupos culturais que cometeram o crime de receber apoio do MinC na gestão Lula. Além de não lutar por mais orçamento para cultura, a atual gestão está cancelando os investimentos já realizados. Isso sim é improbidade."

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O provocador do saber!!


Caminhar e sinal de força... quero continuar caminhando...

Sou um guerreiro que não desisto nunca.

Sucesso!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

11 de Agosto: Dia de Santa Clara


"Clara de nome, mais clara de vida e claríssima de virtudes!" Neste dia, celebramos a memória da jovem inteligente e bela que se tornou a 'dama pobre'. Santa Clara nasceu em Assis (Itália), no ano de 1193, e o interessante é que seu nome vem de uma inspiração dada a sua fervorosa mãe, a qual [inspiração] lhe revelou que a filha haveria de iluminar o mundo com sua santidade.

Pertencente a uma nobre família, destacou-se desde cedo pela sua caridade e respeito para com os pequenos, por isso, ao deparar com a pobreza evangélica vivida por Francisco de Assis apaixonou-se por esse estilo de vida. Em 1212, quando tinha apenas dezoito anos, a jovem abandonou o seu lar para seguir Jesus mais radicalmente. Para isso foi ao encontro de Francisco de Assis na Porciúncula e teve seus lindos cabelos cortados como sinal de entrega total ao Cristo pobre, casto e obediente.

Ao se dirigir para a igreja de São Damião, Clara – juntamente com outras moças – deu início à Ordem, contemplativa e feminina, da Família Franciscana (Clarissas), da qual se tornou mãe e modelo, principalmente no longo tempo de enfermidade, período em que permaneceu em paz e totalmente resignada à vontade divina. Nada podendo contra sua fé na Eucaristia, pôde ainda se levantar para expulsar – com o Santíssimo Sacramento – os mouros (homens violentos que desejavam invadir o Convento em Assis) e assistir, um ano antes de sua morte em 1253, a Celebração da Eucaristia, sem precisar sair de seu leito. Por essa razão é que a santa de hoje é aclamada como a "Patrona da Televisão".

Santa Clara, rogai por nós!


CARTA DA TEIA REGIONAL CENTRO-OESTE 2011


A IV Teia - Fórum Regional dos Pontos de Cultura do Centro-Oeste brasileiro, realizada entre os dias 22 e 24 de julho de 2011, em Cuiabá MT, reuniu 180 pontos de cultura dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Goiás.
O encontro reafirmou a importância e o significado do Programa Cultura Viva para o país e o amadurecimento de seu relacionamento com a sociedade. Legado histórico do governo Lula, os pontos de cultura refletem o desejo de protagonismo, de também atuarem como produtores e promotores do desenvolvimento cultural e artístico de suas comunidades, buscando o exercício pleno da cidadania. A IV Teia Regional Centro-Oeste teceu uma rede de relacionamentos entre entidades dos Pontos de Cultura, o Ministério da Cultura, governos estaduais, prefeituras e aprovou propostas que são passos importantes para o fortalecimento da atuação do Movimento dos Pontos de Cultura do Brasil, as quais estão registradas na presente CARTA DA TEIA/FORUM REGIONAL CENTRO-OESTE 2011.
Reunidos em Cuiabá MT, os pontos de cultura dos estados do Centro-Oeste decidiram conclamar a sociedade brasileira da Região, incluindo governos e sociedade civil, visando o cumprimento das seguintes propostas:
1. Implementação da Representação Regional do Ministério da Cultura no Centro-Oeste.
2. Garantia de recursos nos orçamentos da União Federal, dos estados, municípios e Distrito Federal para a realização de encontros locais, regionais e nacionais dos Pontos de Cultura.
3. Organização anual da Teia Regional Centro-Oeste.
4. Incentivar a criação na região Centro-Oeste de frentes parlamentares em defesa da cultura (nas assembleias legislativas e câmaras municipais).
5. Construir uma plataforma interativa dos pontos de cultura do Centro-Oeste (cadastro/mapeamento, intercâmbio, interatividade e formação) visando o fortalecimento das redes estaduais e dos pontões com a sociedade civil para que possam articular a atuação dentro de temáticas tais como: cultura digital, memória, cultura e infância, território, tesouro vivo, patrimônio imaterial e material.
6. Fomentar um programa permanente e contínuo de capacitação em cultura digital e gestão cultural para os pontos de cultura da Região Centro-Oeste.
7. Criação de um comitê e calendário de mobilização da região Centro-Oeste no sentido de sensibilizar as esferas municipais, estaduais e federal para a votação e aprovação da Lei Cultura Viva, na busca pela garantia da manutenção, da ampliação e fortalecimento dos Pontos de Cultura.
8. Implantar políticas públicas, nos estados, para o Tesouro Vivo, representado por mestres de tradição e saber.
9. Lutar pelo pagamento de todos os editais lançados pelo Ministério da Cultura dentro dos prazos estabelecidos.
10. Lutar pela viabilização de recursos dos governos municipais, estaduais, distrital e federal para a criação de, no mínimo, um ponto de cultura por município da região Centro-Oeste e renovação de convênios, já no ano de 2012.
11. Criar uma Comissão Nacional de Gestão de Crise com a participação de representantes do Centro-Oeste, com a ampliação das comissões existentes entre o MinC e a CNPdC, visando dirimir e solucionar de vez todos os problemas e pendências ainda existentes, desde o lançamento do programa em 2004, tendo um prazo de 100 dias para a execução de seus objetivos e encaminhamentos.
12. Implementação de um Prêmio via FUNARTE para a promoção de projetos que promovam a circulação, o intercâmbio e a integração regional entre a rede dos Pontos de Cultura, valorizando seus saberes, fazeres, bens, produtos e serviços culturais, fomentando a riqueza cultural das cinco regiões do país. (referência: Prêmio Interações Estéticas).
13. Campanha regional de mobilização e esclarecimento sobre a PEC150 e o SNC – Sistema Nacional de Cultura, com foco na questão orçamentária, com vistas à sua implementação, com a criação/potencialização de leis de incentivo locais (estaduais, municipais e distrital) para a Cultura, a serem elaboradas com a sociedade civil, em parceria com a Rede dos Pontos de Cultura.
14. Lançamento de edital pelos estados e municípios, em articulação com o MinC/Governo Federal, para a criação de Pontões em cada estado ou município que tenham 20 ou mais pontos de cultura, com o objetivo de prestar suporte administrativo e financeiro, realizar ações de capacitação e qualificação, bem como articular e fortalecer a rede local de pontos de cultura.
Indicar a realização da TEIA REGIONAL CENTRO-OESTE 2012, na cidade de Bonito, no Mato Grosso do Sul, em Julho de 2012, e, como suplente a cidade de Brasília, no Distrito Federal.
Cuiabá MT, 24 de Julho de 2011.

Pontos de Cultura presentes na Teia/Forum Regional Centro-Oeste 2011


Mato Grosso do Sul
ACPF Reeducando no Mario Covas, Campo Grande

Arte & Cidadania, Campo Grande

Arte de Fazer e Reciclar, Campo Grande

Cia das Artes, Campo Grande

Circo do Mato, Campo Grande

Colônia Paraguaia, Campo Grande

Curumins da Mata, Campo Grande

Guaicuru, Campo Grande

História Cultura e Ação(IBISS|CO), Campo Grande

Instituto Mirim de Campo Grande, Campo Grande

Mercado Cênico, Campo Grande

Novo Olhar, Campo Grande

Sociedade Comunitária Gibiteca , Campo Grande

Vozes Especiais, Campo Grande

Abaetê, Dourados

Casa do Pensamento Indígena - Ovoku Issoneu Kopenoti, Miranda

Expressão pela Vida, Paranaíba

"Lídio Rodrigues Escobar", Nova Alvorada do Sul

Maculelê, Ponta Porã

Moinho Cultural Sul-Americano, Corumbá

Música Sem Fronteiras, Aquidauana

Teko Arandu, Caarapó

Todas as Idades, Dourados




terça-feira, 9 de agosto de 2011

Não sou descartável!!


Adoreiiiiiiiiiiiii esta foto!

Meu mundo caminha nas minhas mãos!



Já disse e repito: não me chame para caminhar em círculos.

Ir e voltar, nem pensar. Porém, o tempo nos faz pensar, e otempo e como o vento, que nos leva muitas coisas, mas tem coisas que só o tempo nos trás...

Me chame para ir caminhando. Para onde quer que seja. Mas que seja para onde. Seja lá onde onde for. Mas caminhando para frente... caminhando se vence o medo!

Me chame para fazer nosso próprio caminho. Pra levar topada na calçada e dar bom dia à senhora que vem do outro lado apressada.

Me chame para sorrir e amar, cantar, viver... e até para chorar!

As vezes caminhar sozinho é graticante... as vezes caminhar na multidão é solidão!

Prefiro caminhar com olhar de um menino guerreiro, inquieto, mas com a esperança no coração...

Sou assim, construtor de sonhos alheios e pesadelo muitas vezes dos meus.

Meu mundo muitas vezes se perde nas minhas mãos.



quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Quem planta colhe...

Com certeza você conhece o velho ditado que diz: “quem semeia urtiga não colhe rosas”.

É através de suas ações que o mundo reage a você. São suas ações que determinam a qualidade do seu destino, da sua vida; são elas que plantam as sementes do seu futuro.

Uma ação desastrada provoca reações negativas; depois vêm o arrependimento e as desculpas – que quase sempre não adiantam mais.

Por isso, antes de achar que a sorte abandonou você, faça um exame de consciência, relembre seus últimos passos, analise friamente suas atitudes e seu comportamento – veja se suas ações não foram egoístas ou raivosas. E procure melhorar.

De nada adianta um discurso lindo, se em suas ações você demonstra exatamente o contrário. Pense nisso. Um grama de ação vale mais do que uma tonelada de teoria!

A COISA MAIS CRUEL QUE ALGUÉM PODE FAZER É PERMITIR QUE ALGUÉM SE APAIXONE POR VOCÊ, QUANDO VOCÊ NÃO PRETENDE FAZER O MESMO.

1000 vezes guerreiro!

Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo. Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele. Sou inconstante e talvez imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo. São poucas as pessoas pra quem eu me explico.

Quando pairarem nuvens ameaçadoras,
Não dobre suas asas, nem fuja para o abrigo.
Faça como a águia, abra as suas asas,
e decole para bem alto,
acima dos problemas que a vida traz.
Pois a águia sabe, que quanto mais alto voar,
mais tranquilos e mais brilhantes, tornam-se os céus.
E não há nada na vida,
que Deus nos peça para carregar,
que nós não possamos levar,
Planando com as asas da oração.
E ao olhar para trás e
ver que a tempestade passou,
você encontrará novas forças...
E ganhará coragem também.
Fonte: Mistica

Caminhando se vence o medo!

“Quanto mais viva a pessoa estiver, mais problemas ela terá. Mas não há nada de errado nisso, porque lutar com os problemas, enfrentar desafios é a forma pela qual crescemos"

"Viva cada momento presente de maneira intensa, e o futuro cuidará de si mesmo. Aprecie plenamente a maravilha e a beleza de cada instante. Pratique a presença da paz. Quanto mais o fizer, mais sentirá a presença desse poder em sua vida


Borboletas...


"Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba; não ame por admiração, pois um dia você se decepciona; ame apenas porque o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação!"

O segredo da vida não e você correr atrás das borboletas...

O segredo e você cuidar do seu jardim.

Sucesso!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Se afaste dos corvos!!


"Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz".

Com esta frase de Madre Tereza de Calcutá quero encerrar meu dia hoje, pois tem pessoas que realmente são como corvos, urubus, que só chegam na presença da gente para criticar. Millor Fernandes afirma que "Certas coisas só são amargas se as engolimos."

Me afasto de pessoas negativas e frustradas... estas pessoas carregam consigo uma energia negativa!!

Eu não engulo pessoas assim.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Carta do Ator e Presidente da Funarte, Antonio Grassi ao Movimento de Trabalhadores na Cultura


A luta por mais verbas para a cultura é de extrema importância. Deve ser uma luta de todos os artistas, produtores, técnicos, gestores, enfim, de toda a sociedade brasileira. Ao longo da minha vida, seja como artista, seja como homem público, sempre empunhei esta bandeira. Da mesma forma, mantive postura inflexível na defesa da liberdade, da democracia e dos movimentos populares.

É com tal espírito que a manifestação convocada por segmentos artísticos de São Paulo foi encarada por mim e pela Ministra Ana de Hollanda: os portões da Funarte foram mantidos abertos, a força policial não foi convocada e, desde o primeiro momento, nos declaramos dispostos ao diálogo.

Os principais pontos expressos no manifesto, como as PEC’s 150 e 236 e o Prêmio Teatro Brasileiro encontram-se em discussão no Congresso Nacional. É importante que o debate extrapole os limites dos artistas e fazedores de cultura e chegue aos mais amplos setores da sociedade. Protestos legítimos auxiliam neste processo.

Entretanto, quero ressaltar algumas atitudes que não parecem coadunar com o espírito da luta comum dos artistas brasileiros. Cerrar os portões da Funarte – com correntes e cadeados – ofende nossa história de luta pela liberdade. Impedir o acesso de servidores públicos – ou expulsá-los sob ameaça das dependências da Funarte – relembra momentos terríveis de nosso passado não muito distante. Impedir que artistas, escolhidos por processos públicos para ocupar as salas da Funarte, exerçam a sua profissão não é aceitável sob nenhum aspecto. Impedir o andamento de Editais que estão sendo julgados e que favorecerão a própria classe artística é atirar contra o próprio pé. São fatos que, ao invés de atrair simpatizantes para a causa da cultura, dividem e isolam os movimentos.

Reitero a ampla disposição para o diálogo com os movimentos populares, conforme orientação da Presidenta Dilma, da Ministra Ana de Hollanda, e de acordo com a minha própria história de vida. É o único caminho possível para que a Cultura Brasileira seja finalmente colocada no patamar que merece.

Antonio Grassi, ator e presidente da Fundação Nacional das Artes