quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Campanha Vereadores do PSDB Campo Grande


Estes sãos os "santinhos" dos primeiros candidatos a vereador pelo PSDB em Campo Grande - MS, onde na epoca o meu pai JOSÉ ROBERTO DE OLIVEIRA, e o meu tio que ja faleu, APARICIO LUIZ XAVIER DE OLIVEIRA, o popular Mister Apa, foram candidatos a vereador. Na epoca o candidato era Plinio Martins e Saulo Queiroz vice.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Partir...


Tem dias que a única vontade que temos é de partir...

Rumo ao desconhecido, ao inesperado.

Sou caçador de mim mesmo, das minhas ilusões e dos meus medos.

Sucesso!


Chegou a hora de partir, pois se não formos, ninguém irá por nós. Entre sonhar e partir, ficamos com o segundo. Mas não basta partir. É preciso documentar o que foi visto como forma de estimular os que, invariavelmente, ficam. O registro como o meio de ir de novo, de ver de novo. É preciso lembrar que o mundo é maior que nossos sonhos; e que basta um passo para deixarmos de estar no mesmo lugar.

sábado, 10 de setembro de 2011

Psicóloga fala da erotização precoce e diz que é preciso tratar agressores e vítimas da violência sexual


Violência e abuso sexual contra crianças e adolescentes tem sido tema recorrente nos noticiários, inclusive em Campo Grande e em cidades do interiro de Mato Grosso do Sul. A idade das vítimas varia, assim como as circunstâncias da violência, mas a quantidade crescente de casos que vêm à tona e ganham as manchetes é preocupante.

A psicóloga Ludmila de Moura, com 25 anos de profissão, afirma que é necessário primeiro entender a questão, tratar vítimas e abusadores, além de, ao mesmo tempo, agir preventivamente. Erotização da mídia, estimulação sexual precoce e falta de repressão são alguns pontos críticos da questào, segundo avaliação da psicóloga.

Ludmila é professora da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), onde atua como supervisora de estágio na área da Saúde. No consultório, atende crianças, adolescentes e pais. Ludmila tem dois filhos, de 9 e 13 anos. Confira a entrevista.

Midiamax: Existe um perfil, a criança que sofre qualquer tipo de violência, ela apresenta um comportamento diferenciado, ou pode agir como uma criança que não passa por toda essa pressão?

Ludmila:
Se essa violência é uma coisa realmente freqüente, constante, você vai poder perceber sim, pelo comportamento da criança. Geralmente, ela vai ser mais inibida, amedrontada, mais tímida, ela vai evitar o contato com outras pessoas, às vezes até para não denunciar os pais ou adultos, se é em casa que a violência está ocorrendo. É difícil, mas ela pode até tentar esconder. Até mesmo porque muitas vezes o adulto a ameaça que se ela denunciar, principalmente no caso de abuso sexual, ela vai sofrer alguma represália. Às vezes, se é um conhecido, ameaça bater nos pais ou na própria criança, ou até matar. Geralmente é um adulto que amedronta essa criança e aí, nesse sentido, ela vai procurar disfarçar, porque está assustada, até mesmo para não sofrer mais abuso.

Midiamax:
No caso de crianças que sofrem violência como o abuso sexual, qual é o encaminhamento para chegada desse paciente ao consultório do psicólogo?

Ludmila: Geralmente a gente recebe através de solicitação do conselho tutelar ou de algum familiar. O mais comum é que esses encaminhamentos sejam feitos nos serviços públicos, através do conselho tutelar, que vai verificar essa denúncia. Muitas vezes também é feito por um profissional de saúde, que observa que a criança está com lesões, ou chega machucada para o atendimento de saúde. Também pode ser observado na escola, verificando a pressão psicológica, como eu falei, uma criança muito inibida, tímida, amedrontada. Mas, tem que haver uma denúncia para que a gente possa intervir.

Midiamax: Quando essa criança chega ao atendimento no consultório, ela já revela nas primeiras consultas o que está acontecendo?

Ludmila: Nós começamos através de entrevista, quanto menor é a criança, mais a gente usa jogos, brinquedos, brincadeiras e até testes psicológicos, inclusive para ela expressar o que está acontecendo. Às vezes não é em uma entrevista apenas, que a gente vai ter todo este quadro esclarecido, até porque ela vai precisar adquirir certa confiança. Geralmente, são feitas várias entrevistas, com a família também, os responsáveis, e com quem denunciou. É melhor um trabalho em equipe para dar o apoio e assistência para essa criança ou adolescente. Porque até se o agressor é da própria família, ele tem que ser retirado ou ela vai ser retirada deste ambiente.

Midiamax: Quando a criança vive em um ambiente de violência, é melhor ela ser retirada da casa, mesmo que tenha o apoio da mãe que não é a agressora?

Ludmila: Não. A gente só retiraria a criança se os dois, o pai e a mãe, estiverem cometendo essa violência, ou pelo menos permitindo. No caso de um dos dois ser o protetor, é melhor ela ficar com alguém da família mesmo, alguém conhecido, do que ir para um ambiente totalmente novo e estranho. Há muitos casos em que as vítimas são vários irmãos, e então todos vão para um abrigo. Mas tem todo um processo, uma investigação para ver se realmente está ocorrendo a violência clara, explicita, e aí, sim, imediatamente o nosso dever é proteger a criança. O ECA (Estatudo da Criança e do Adolescente) dá essa garantia de preservar toda a integridade da criança.

Midiamax: O acompanhamento psicológico da criança que sofreu algum tipo de violência é demorado? É difícil superar?

Ludmila:
É um atendimento que a gente considera a longo prazo, pois se a violência é familiar, e ao mesmo tempo vai haver um afastamento da família, uma desagregação, uma desintegração familiar em função disso, há demora na recuperação. A vítima pode precisar morar num abrigo, vai então ter que passar por consequências dessa violência. O ato em si já é algo que vai abalar o emocional dessa criança, até porque como que ela vai confiar no mundo, no adulto, se alguém que deveria proteger, como o pai e a mãe, é alguém que a violenta? Então toda confiança e segurança dela vão estar abaladas neste sentido. E além de tudo, dependendo da consequência, tudo isso vai ter sequelas, sim, que precisam ser trabalhadas. A gente não sabe precisar quanto tempo, mas enquanto o profissional avaliar que há necessidade, é importante fazer o acompanhamento psicológico, não só da vítima, como também do abusador. Muitas vezes se esquece que quem sofreu violência na infância é quem vai ser o abusador, quem vai repetir a violência no futuro. Então o adulto também é uma pessoa doente e precisa de tratamento psicológico.

Midiamax:h No caso de adolescentes, crianças de até 14 anos, geralmente as meninas: muitas vezes elas "se apaixonam" pelo violentador, e ele usa a idade e toda a experiência para seduzi-las. Já tratou de algum caso semelhante?

Ludmila: Já acompanhei alguns casos, que não foram atendidos diretamente por mim, e verifiquei que isso é muito comum. Precisa ser trabalhada com a adolescente a questão da idealização do adulto. Mas agora a gente não pode esquecer que a adolescência é uma fase em que a sexualidade está realmente florescendo, surgindo, então precisamos trabalhar preventivamente, com a educação. É uma fase complicada, que precisa de uma atenção mais preventiva e educativa da sociedade para evitar até, por exemplo, a gravidez na adolescência, que é algo muito comum hoje em dia.

Midiamax:
Os pais não percebem que hoje em dia na idade de 12 a 14 anos, os pré-adolescentes já estão despertando a sexualidade, e os agressores acabam se aproveitando disso?

Ludmila:
Sim, é uma ambivalência, pois da parte do adolescente existe o desejo também. Se a gente proíbe é porque tem o desejo, e por isso é que deve ser orientado. Eles precisam aprender a refrear este desejo, a canalizar de uma forma saudável esta sexualidade, para um esporte, atividades como trabalho de escoteiros, de cuidar de outras pessoas.

Midiamax:
Os pais conseguem perceber ou geralmente não querem enxergar que o filhos está sofrendo algum tipo de violência?

Ludmila: Quando um é o abusador e o outro não está percebendo é porque, emocionalmente, é muito difícil para ele aceitar esta situação. Vamos imaginar que é o pai abusando da filha. Há alguns casos que a gente acompanha em que a mãe nega. Às vezes a filha até denuncia para a mãe, e ela não acredita. Muitas vezes são mulheres que dependem emocionalmente e economicamente daquele homem, então elas não conseguem admitir que aquilo está acontecendo e não se sentem capazes de morar sozinhas, de cuidar delas mesmas e dos filhos. É um lado delas que nega os fatos e mantém como se nada tivesse acontecendo. Já também existem casos em que a mãe entra em competição com a filha, e acredita que ela que está seduzindo seu marido, o padrasto. Família é algo bastante complexo, não podemos julgar como simplesmente certo ou errado. Quando isso acontece numa família, todos precisam de atendimento e de ajuda.

Midiamax: Existe um perfil sócio-econômico que demonstre a existência de maior incidência de violência sexual?

Ludmila: No Brasil não existem estudos muito amplos em relação isso. A gente não pode dizer que é a classe alta ou baixa. O que acontece também é que a gente tem menos denúncias nas classes mais abastadas economicamente. Na classe mais baixa, o que a gente tem muito evidente é a questão do alcoolismo e o uso de drogas. Geralmente, o alcoolismo faz com que as pessoas se desinibam, então os homens são mais agressivos em relação às famílias.

Midiamax: O atendimento público, na sua opinião, ele é eficaz nesses caso para perceber que a criança sofreu algum tipo de violência?

Ludmila: Geralmente, se há uma denúncia, o conselho tutelar é que encaminha essa criança para o atendimento público. Nós temos aqui em Campo Grande, junto à Secretaria Municipal de Saúde o Caps Pós-trauma PPT, que dá atendimento a todo tipo de violência. Eu acho que é eficiente, só que nós, profissionais, psicólogos, somos em número pequeno para atender a demanda. A necessidade é muito grande de haver a contratação de mais profissionais, maior número de Caps [Centro de Atendimento Psico-social], de atendimentos nos serviços públicos para poder atuar até preventivamente, não só no tratamento. A gente precisa de um número maior de profissionais para atuar na prevenção e na saúde da família.

Midiamax: A senhora sabe dizer qual é a motivação de um pedófilo ao abusar de uma vítima?

Ludmila:
Ele é uma pessoa também imatura, doente, que busca o prazer, e só obtém isso com uma criança. Então entendemos que ele também se sente uma criança. A percepção dele em relação à vítima é como se ele não estivesse fazendo mal . Muitas vezes ele até justifica que ela, a criança, também sente prazer, que foi ela o que seduziu, e ele se coloca no papel de vítima. Mas são pessoas emocionalmente doentes e que precisam de tratamento, não só de prisão, como é feito em outros países.

Midiamax: Num caso recente aqui em Campo Grande divulgado pela imprensa nesta quinta-feira, dia 8, o abusador preso disse que era a adolescente que ligava e ia atrás dele. Isso ocorre com freqüência?

Ludmila: Há casos em que a adolescente seduz o adulto também, pois há toda uma erotização. Na televisão você vê crianças dançando e estimulando a sexualidade. O primeiro erro é que a sociedade precisa colocar mais freios nesta questão da sexualidade infantil, precisa reprimir mais, censurar e, desde as novelas, em que a sexualidade está muito banalizada. Pode acontecer de o adulto até sentir o desejo pela adolescente, mas o que não pode é colocar em prática. Muitos adultos são estimulados pela criança e adolescente, só que conseguem reprimir, dizer "não, isso não pode, não está certo". Mesmo que tenha uma adolescente com 16 anos, menor de 18 anos, que vá seduzi-lo, ele tem que saber que isso não é certo.

Midiamax: Toda criança é capaz de se recuperar de traumas de violência e/ou abuso sexual?

Ludmila:
Essa pergunta é difícil de responder. Depende do quanto foi esse abuso, da intensidade, frequência, em que período a criança estava na fragilidade psicológica. Todos esses fatores são importantes para saber quando ela vai se recuperar. Mas acho que sempre vai ficar uma marca, uma cicatriz. Mesmo que faça um curativo, será uma ferida que curou, mas sempre deixa uma marca. Isso não quer dizer que a pessoa vai ter uma vida ruim, cheia de problemas, que nunca mais vai ter conserto, às vezes até é o contrário. O que a gente procura trabalhar com os pacientes é que ele transforme esta experiência num aprendizado, em algo bom, em algo que faça com que ele seja até mais sensível, mais solidário, compreensivo com as outras pessoas e até com ele mesmo.

(Transcrição: Mariana Anunciação)

Fonte: Midiamax

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Medíocre: ser ou não ser?


“Alguém que aceita a mediocridade – na escola, no trabalho, na vida – é uma pessoa que desiste de algo, e quando o líder desiste de algo, a organização toda também o faz.” – Charles Knight

Na era da excelência, parece-nos que nenhum empresário ou executivo aceitaria, sem alguma dificuldade ou constrangimento, ver sua empresa taxada como medíocre.

Algumas das acepções apresentadas no dicionário Houaiss para essa palavra podem ajudar a entender o motivo do constrangimento gerado:

de qualidade média, comum; mediano, meão, modesto, pequeno.

Sem expressão ou originalidade; mediano, pobre, banal, passável.

diz-se de ou pessoa pouco capaz, sem qualquer talento que, de modo geral, fica aquém das outras ou que, num dado campo de atividades, não consegue ultrapassar ou mesmo atingir a média.

aquilo que está abaixo da média, relativamente à qualidade, originalidade etc.; inexpressivo, ordinário.

Vamos olhar para a mediocridade nos negócios e entender o que ela realmente é e como afeta ou pode afetar sua empresa.

Uma empresa em estado de mediocridade é aquela que alcança pouco ou nenhum lucro líquido, que compete apenas por preço, que não encontra um fator que a diferencie de seus concorrentes e que não gera o retorno esperado pelos seus proprietários.

Se isso acontece com você nesse momento, sua pergunta chave provavelmente é: “devo fechar agora, evitando perder tempo e dinheiro, ou devo continuar tentando levantar essa empresa e tocá-la em frente”?

Isso depende da sua resposta a outra pergunta: você está realmente disposto a fazer o que for preciso para levar sua empresa a funcionar da forma como deseja? Ou está travado, com medo de se mover, incerto quanto ao que fazer, indisposto para tentar novas ações, incapaz de confiar nas pessoas ou até mesmo confortável com a mediocridade?

Não pense que deve considerar o conforto com a mediocridade como algo errado. Pode estar certo de que existem muitos empresários e dirigentes que se encontram confortáveis com ela, mesmo que não verbalizem ou que tentem disfarçar isso. Basta olhar a sua volta e observar quantos aceitam atingir menos do que seu potencial e que continuam “esforçando-se” como loucos para manter o status quo, ainda que ele seja aquém do desejado e viável.

O fato é que é possível sobreviver sendo medíocre e eu tenho certeza que você conhece muitas pessoas e empresas que comprovam isso, ignorando seus reais potenciais de sucesso e crescimento.

Porém, se o que deseja para você e sua empresa for algo parecido com “ser o líder em meu mercado”, “vender baseado não apenas em preço”, “ter melhores resultados que meus concorrentes”, “ter uma equipe capaz de tocar e gerenciar a empresa”, “ser simplesmente o acionista, ao invés de ser aquele que está sempre sobrecarregado de trabalho”, “gerar retorno de investimento acima do possível via mercado financeiro”, “ter tempo para estar também com minha família, amigos e me divertir”, uma combinação disso, ou reunião de outras opções similares, então você é – com certeza – parte dos que não aceitam a taxação de medíocre.

E para evitar cair nessa classificação você pode começar o trabalho focando a atenção em seus clientes. Mesmo que eles estejam procurando por produtos descartáveis e baratos, com certeza têm expectativas quanto à conveniência, facilidade de uso/consumo, atendimento e outros fatores. Se estiverem em busca de produtos de alta qualidade e diferenciados, então, muito melhor para quem deseja fugir da mediocridade. Afinal, como afirmou Malcolm McDonald no livro ‘Planos de Marketing’, “Empresas com produtos médios merecem sucesso médio”.

O que diferencia a empresa média da empresa excelente não é apenas a qualidade de seus produtos e serviços, no entanto. Empresas excelentes entendem que a melhor métrica sobre a qual pautar seus resultados é a satisfação do cliente. A cultura da empresa deve ser construída com essa visão e deve ser estabelecida com a contribuição de todos, através de comunicação e da participação de uma equipe esclarecida, motivada, criativa e empreendedora, garantindo que não haja espaço para dúvidas, desconhecimento ou descaso. Citando novamente McDonald, “pessoas desinteressadas e desinteressantes, para as quais a subserviência e a aquiescência são a norma, causam desempenho médio ou abaixo da média”.

Resumindo, para sair da mediocridade – se esse for o seu desejo – você pode e deve começar reavaliando seus clientes e seu nível de satisfação atual. Deve tentar compreender profundamente as causas de insatisfação e, de forma constante e incansável, agir sobre elas transformando-as a contento. Para isso, é possível que tenha que reavaliar/reformular seus produtos, sua equipe e também com grande probabilidade, sua forma geral de comunicação.

Seus conhecimentos, capacidades e habilidades em marketing serão de grande valia para planejar e executar essas mudanças. Sem um Plano de Marketing que lhe forneça a visão e oriente as ações é muito provável que os resultados esperados não sejam alcançados. Se não se sentir capacitado nessa área para agir sozinho, não hesite em buscar alguém que esteja, evitando o risco de submeter a empresa a mudanças incertas ou míopes, que só o levariam a gastar mais dinheiro desnecessariamente.

Pode ter certeza: sair da mediocridade é possível, basta querer e trabalhar para isso. A inteligência de marketing é com certeza o caminho mais curto para o sucesso dessa empreitada. A partir dela e da formulação e execução de um bom plano seus produtos, serviços e habilidades de equipe no contato com os clientes vão evoluir, ampliando a satisfação dos clientes e o retorno que você deseja e merece.

por Isabel Campos

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A lenda chinesa

Há muitos anos, numa pobre aldeia chinesa, vivia um lavrador com seu filho. Seu único bem material, além da terra e da pequena casa de palha, era um cavalo que havia sido herdado de seu pai.
Um belo dia, o cavalo fugiu, deixando o homem sem o animal para lavrar a terra. Seus vizinhos - que o respeitavam muito por sua honestidade e diligência - vieram até sua casa para dizer o quanto lamentavam o ocorrido. Ele agradeceu a visita, mas perguntou:
- Como vocês podem saber que o que ocorreu foi uma desgraça na minha vida?
Alguém comentou baixinho com um amigo: "ele não quer aceitar a realidade, deixemos que pense o que quiser, desde que não se entristeça com o ocorrido".
E os vizinhos foram embora, fingindo concordar com o que haviam escutado.
Uma semana depois, o cavalo retornou ao estábulo, mas não vinha sozinho; trazia uma bela égua como companhia. Ao saber disso, os habitantes da aldeia - alvoroçados, porque só agora entendiam a resposta que o homem lhes havia dado - retornaram à casa do lavrador para cumprimentá-lo pela sua sorte.
- Você antes tinha apenas um cavalo, e agora possui dois. Parabéns! - disseram.
- Muito obrigado pela visita e pela solidariedade de vocês - respondeu o lavrador. - Mas como vocês podem saber que o que ocorreu é uma bênção na minha vida?
Desconcertados, e achando que o homem estava ficando louco, o vizinhos foram embora, comentando no caminho "será que este homem não entende que Deus lhe enviou um presente? "
Passado um mês, o filho do lavrador resolveu domesticar a égua. Mas o animal saltou de maneira inesperada, e o rapaz caiu de mau jeito - quebrando uma perna.
Os vizinhos retornaram à casa do lavrador - levando presentes para o moço ferido. O prefeito da aldeia, solenemente, apresentou as condolências ao pai, dizendo que todos estavam muito tristes com o que tinha acontecido.
O homem agradeceu a visita e o carinho de todos. Mas perguntou:
- Como vocês podem saber se o que ocorreu foi uma desgraça na minha vida?
Esta frase deixou a todos estupefatos, pois ninguém pode ter a menor dúvida que um acidente com um filho é uma verdadeira tragédia. Ao saírem da casa do lavrador, diziam uns aos outros: "o homem enlouqueceu mesmo; seu único filho pode ficar coxo para sempre, e ele ainda tem dúvidas se o que ocorreu é uma desgraça".
Alguns meses transcorreram, e o Japão declarou guerra contra a China. Os emissários do imperador percorreram todo o país, em busca de jovens saudáveis para serem enviados à frente de batalha. Ao chegarem na aldeia, recrutaram todos os rapazes, exceto o filho do lavrador, que estava com uma perna quebrada.
Nenhum dos rapazes retornou vivo. O filho se recuperou, os dois animais deram crias que foram vendidas e rederam um bom dinheiro. O lavrador passou a visitar seus vizinhos para consolá-los e ajudá-los - já que tinham se mostrado solidários com ele em todos os momentos. Sempre que algum deles se queixava, o lavrador dizia: "como sabe se isso é uma desgraça?" Se alguém se alegrava muito, ele perguntava: "Como sabe se isso é uma benção?" E os homens daquela aldeia entenderam que, além das aparências, a vida tem outros significados.

Talvez eu mude de casa . .
Talvez eu mude meus planos . .
Talvez eu precise dormir mais cedo . .
Talvez eu precise de novos amigos . .
Talvez eu precise de uma companheira . .
Talvez eu precise de aventuras . .
Talvez eu eu precise frequentar novos lugares . .
Talvez eu fique triste . .
Talvez eu fique alegre . .
Talvez eu precise viajar . .
Talvez eu precise estudar mais . .
Talvez eu precise seguir um novo caminho . .
Talvez eu precise estudar mais . .
Talvez eu precise de carinho . .
Talvez eu precise de uma direção . .
Talvez eu não seja como você, ou como você pensa . .
Talvez eu precise de silêncio . .
Talvez eu precise de um abraço . .
Talvez eu esqueça . .
Talvez eu apareça . .
Talvez eu aprenda . .
Talvez eu perca . .
Talvez eu ganhe . .
Talvez eu te abrace . .
Talvez eu te diga adeus . .
Talvez eu te ame . .
Talvez eu te odeie . .
Talvez eu sinta saudade . .
Talvez eu seja fraco . .
Talvez eu seja frio . .
Talvez eu precise pensar duas vezes . .
Talvez eu faça por impulso . .
Talvez seja apenas um sonho . .
Talvez se torne realidade . .


é, talvez . . talvez . .

de talvez a minha vida é feita !
e nem por isso eu deixo de ir em busca da felicidade .. !
Sonhe ...
Tente ..
Consiga !

O sonho te faz viveer .. sem ele você não vive, você EXISTE !
#PENSENISSO ! ;*

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A Borboleta Azul

Um aluno do Senai sugeriu este filme e achei o máximo... recomendo, pois faz pensar na vida.

Carpe Diem guerreiros!


A Borboleta Azul

Baseado em uma história real, A BORBOLETA AZUL conta a história de Pete, um garotoo de dez anos com uma doença terminal e que só tem uns meses de vida. O seu último desejo era capturar a borboleta mais linda da Terra: Uma borboleta azul, que só existe nas florestas virgens da América Central e do Sul. Determinada em realizar o sonho do filho, Teresa Carlton, a mãe solteira do garoto, convence Alan Osborne, um famoso entomólogo e o herói de Pete, a levá-los à floresta em busca da borboleta. A aventura se revelará uma lição única de vida e amor.

domingo, 28 de agosto de 2011

A morte


"A morte, por si só, é uma piada pronta.
Morrer é ridículo.
Você combinou de jantar com a namorada,
está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem,
precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no
carro e no meio da tarde morre. Como assim?
E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente?
Não sei de onde tiraram esta idéia:
MORRER!!!
A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio
estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve
lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física,
quase perdeu o fôlego, mas não desistiu. Passou madrugadas sem dormir para
estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer
da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora
de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente...
De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway,
numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis.
Qual é?
Morrer é um chiste.
Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém,
sem ter dançado com a garota mais linda,
sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida.
Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e
penduradas também algumas contas.
Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas,
a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.
Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu.
Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce,
caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina,
começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer.
Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte
costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã.
Isso é para ser levado a sério? Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o
sono eterno pode ser bem-vindo. Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não
acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase
nada guardado nas gavetas.
Ok, hora de descansar em paz.
Mas antes de viver tudo? Morrer cedo é uma transgressão,
desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero.
E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça.
Por isso viva tudo que há para viver.
Não se apegue as coisas pequenas e inúteis da Vida... Perdoe... Sempre!!!"
Adiar...Adiar...Adiar...será Sempre o melhor dos caminhos?
Pedro Bial

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

27 de Agosto dia do Psicólogo


Eita profissão linda esta minha... pois antes de tentar entender os outros tenho mecanismos para poder me entender. Somente assim me torno mais livre...

Olha nossa oração...

Senhor,
Só Você conhece em profundidade a criatura humana
Só Você é verdadeiro psicólogo.
Contudo, Senhor, aceite-me como seu ajudante.
Ensine-me as técnicas, oriente-me para não errar,
E quando eu falhar - sei que isso acontecerá -
venha depressa, Senhor, sanar o mal que fiz.
Dê-me um entranhado amor e respeito
pela criatura humana.
Não permite que a rotina, o cansaço
torne-me frio e indiferente ao outro.
Dê-me bastante humildade para aceitar meus erros,
perdoa as ofensas e ajuda-me a
atribuir os êxitos a Você.
Que no fim de cada dia, ao fazer minha revisão,
eu possa dizer em verdade:
Hoje fiz tudo quando dependeu de mim para
ajudar ao meu irmão.

Obrigado, Senhor!

PARABÉNS PARA TODOS OS COMPANHEIROS PSICÓLOGOS!




Sou forte, mas tenho medo!


Sou forte e hoje emocionalmente equilibrado, nossa muito melhor que antes... sou resiliente, mas hoje me deu um medo do amanhã... mesmo sabendo que tenho que viver um dia de cada vez.

Vou continuar caminhando com a mesma fé de sempre, porte de vencedor e olhar de guerreiro.

Um dia minhas palavras serão ecos de uma verdade que me aflita mas me encanta, pois mostra que sou ser humano igual a muitos que vivem neste mundo.

Não sou santo e nem quero ser santo... mas tenho a consciência que busco não prejudicar ninguém e sempre ajudo se possivel for...

Tenhos sonhos e pesadelos, tenho conflitos e são nestes conflitos que aprendi a crescer e me tornar um cara melhor.

Não busco ser aceito por ninguém, o que me importa e o respeito das pessoas.

A minha estrada tem muitas curvas e sei que lá no fim desta estrada tem um pote de ouro: Esperança!


O meu caminho se faz ao caminhar... e caminhando se vence o medo!

"Percorro o meu caminho,
Ora lento, ora apressado.
Sem querer saber o término.
Num constante caminhar.
Por estradas desconhecidas
Interagindo com pessoas amigas
Caminhando sempre.
Sem fraquejar, nem desanimar
Vivendo e sempre sonhando."

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Me senti pequeno hoje!

Sabe, hoje me senti um guerreiro bem pequeno... presenciei com decepção o caminhar de duas turmas na instituição que ensino, eles andaram prá trás... não mostraram diferencial... foram desmotivadores!

Mas creio que o errado fui eu, pois criei expectativa de mais nestas duas turmas e ai fui surpreendido com a apatia de muitos.

Eu busco em todos os momentos deixar meus problemas de lado e ser um motivador... tem dias que não estou legal, mas levanto, sacudo a poeira e dou a volta por cima. Busco separar as coisas. São jovens muitas vezes birrentos.

Ufa, mas blza... desabafei...

Estou 204 vezes melhor!

sábado, 20 de agosto de 2011

Cultura de continuidade ou ruptura?

O cancelamento de 11 convênios, no valor total de R$ 12 milhões (assinados na gestão de Juca Ferreira no Ministério da Cultura) pela atual gestão de Ana de Hollanda está provocando um racha no setor. Artistas e produtores de convênios cancelados avaliam que a atual ministra optou por uma ação de ruptura radical com o governo anterior, em vez de fazer um governo de continuidade, como apregoou quando assumiu.


Na semana passada, o Estado noticiou o caso da Rede de Revistas, grupo que reúne publicações de artes, que viu seu convênio abruptamente suspenso após ter sido selecionado e passado por várias instâncias de avaliação. Essa semana, outras duas instituições, o Instituto E (de design) e a Associação Brasileira de Estilistas (Abest), acusaram a descontinuidade de seus projetos.

O Instituto E tinha visto a aprovação, no ano passado, do projeto Design Sustentável para Equipamentos Culturais e Mobiliário Urbano, orçado em R$ 2.735.419,24 (incluindo as contrapartidas e os desembolsos). "O que o MinC alega são problemas processuais, dos quais caberia a ele mesmo a resolução, solicitando que sejam completadas as informações. Os problemas burocráticos, no caso do Instituto E, já tinham sido resolvidos. E o cancelamento foi de modo arbitrário e sem direito a resposta", afirmou nota do porta-voz do projeto.

Já o projeto cancelado dos estilistas envolveria o apoio de desfiles internacionais com os brasileiros Pedro Lourenço, Alexandre Herchcovitch e Carlos Miele e premiaria dois estilistas de destaque nas principais semanas de moda do ano passado. O apoio do Estado brasileiro à indústria de moda nacional tem sido incentivado desde a gestão Gilberto Gil, e a própria ministra Ana de Hollanda esteve na SP Fashion Week para ilustrar sua preocupação com o setor.

Na ultima Conferência Nacional de Cultura em 2010, moda, design e arquitetura passaram a ser reconhecidos como cultura pelo MinC e foram definidas estratégias para essas áreas. A nova Lei Rouanet, em trâmite no Congresso, prevê a inclusão do setor em um fundo setorial.

Segundo Vitor Ortiz, secretário executivo do Ministério da Cultura (o segundo no comando), a "conotação política" que querem dar aos cancelamentos é "equivocada" por uma série de motivos. O primeiro, ele diz, é que dos mais de 200 convênios celebrados, somente 11 foram cancelados, o que não caracteriza uma caça às bruxas. "Se fosse governo de descontinuidade, teríamos cancelado a metade ou todos", diz. "Todos os que foram cancelados o foram por motivos administrativos, técnicos ou jurídicos. O proponente pode ter acesso ao parecer. Antes de serem enviados para pagamentos, os projetos passam por essas avaliações e pela Advocacia Geral da União (AGU), e nem a ministra nem ninguém pode mandar pagar antes disso", afirmou.

"O parecer da AGU que questionava muitos dos itens já havia sido resolvido para que pudéssemos inscrever o projeto. De acordo com o advogado do Instituto E, este documento é tão contestável que evidenciava que havia por trás uma vontade política de minar o convênio", rebate fonte do Instituto E.

"O primeiro questionamento é saber se é habitual e se os outros ministérios colocaram os projetos conveniados na gestão anterior em tão radical escrutínio. Ainda mais sendo um governo de continuidade. Parece uma excessiva desconfiança em relação à gestão anterior, do governo Lula", diz o editor Sergio Cohn, que representa a Rede de Revistas. "O projeto passou por todas as etapas habituais de perícia técnica e jurídica do Ministério, tendo adequado ou justificado os pontos questionados pelo Ministério. A retomada desse processo, como tem acontecido, e de uma forma extremamente lenta, atrapalha o cumprimento dos prazos do projeto".

Parte dos convênios foram celebrados pela Secretária de Políticas Culturais em 2010, quando era dirigida por José Luiz Herência (atual sub-secretário da Secretária de Cultura do Estado de São Paulo). Um colaborador de Ana de Hollanda, em conversa em off com a reportagem, disse que houve excesso de "distributivismo" na gestão de Juca Ferreira, e que isso está sendo objeto de análise. Um ex-gestor da administração de Ferreira, que não quis se identificar, disse o seguinte ao Estado: "Estes convênios estavam regulares. O cancelamento é um ato político de revanchismo, desastrado e desastroso para a cultura. A atual gestão está perseguindo grupos culturais que cometeram o crime de receber apoio do MinC na gestão Lula. Além de não lutar por mais orçamento para cultura, a atual gestão está cancelando os investimentos já realizados. Isso sim é improbidade."

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O provocador do saber!!


Caminhar e sinal de força... quero continuar caminhando...

Sou um guerreiro que não desisto nunca.

Sucesso!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

11 de Agosto: Dia de Santa Clara


"Clara de nome, mais clara de vida e claríssima de virtudes!" Neste dia, celebramos a memória da jovem inteligente e bela que se tornou a 'dama pobre'. Santa Clara nasceu em Assis (Itália), no ano de 1193, e o interessante é que seu nome vem de uma inspiração dada a sua fervorosa mãe, a qual [inspiração] lhe revelou que a filha haveria de iluminar o mundo com sua santidade.

Pertencente a uma nobre família, destacou-se desde cedo pela sua caridade e respeito para com os pequenos, por isso, ao deparar com a pobreza evangélica vivida por Francisco de Assis apaixonou-se por esse estilo de vida. Em 1212, quando tinha apenas dezoito anos, a jovem abandonou o seu lar para seguir Jesus mais radicalmente. Para isso foi ao encontro de Francisco de Assis na Porciúncula e teve seus lindos cabelos cortados como sinal de entrega total ao Cristo pobre, casto e obediente.

Ao se dirigir para a igreja de São Damião, Clara – juntamente com outras moças – deu início à Ordem, contemplativa e feminina, da Família Franciscana (Clarissas), da qual se tornou mãe e modelo, principalmente no longo tempo de enfermidade, período em que permaneceu em paz e totalmente resignada à vontade divina. Nada podendo contra sua fé na Eucaristia, pôde ainda se levantar para expulsar – com o Santíssimo Sacramento – os mouros (homens violentos que desejavam invadir o Convento em Assis) e assistir, um ano antes de sua morte em 1253, a Celebração da Eucaristia, sem precisar sair de seu leito. Por essa razão é que a santa de hoje é aclamada como a "Patrona da Televisão".

Santa Clara, rogai por nós!


CARTA DA TEIA REGIONAL CENTRO-OESTE 2011


A IV Teia - Fórum Regional dos Pontos de Cultura do Centro-Oeste brasileiro, realizada entre os dias 22 e 24 de julho de 2011, em Cuiabá MT, reuniu 180 pontos de cultura dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Goiás.
O encontro reafirmou a importância e o significado do Programa Cultura Viva para o país e o amadurecimento de seu relacionamento com a sociedade. Legado histórico do governo Lula, os pontos de cultura refletem o desejo de protagonismo, de também atuarem como produtores e promotores do desenvolvimento cultural e artístico de suas comunidades, buscando o exercício pleno da cidadania. A IV Teia Regional Centro-Oeste teceu uma rede de relacionamentos entre entidades dos Pontos de Cultura, o Ministério da Cultura, governos estaduais, prefeituras e aprovou propostas que são passos importantes para o fortalecimento da atuação do Movimento dos Pontos de Cultura do Brasil, as quais estão registradas na presente CARTA DA TEIA/FORUM REGIONAL CENTRO-OESTE 2011.
Reunidos em Cuiabá MT, os pontos de cultura dos estados do Centro-Oeste decidiram conclamar a sociedade brasileira da Região, incluindo governos e sociedade civil, visando o cumprimento das seguintes propostas:
1. Implementação da Representação Regional do Ministério da Cultura no Centro-Oeste.
2. Garantia de recursos nos orçamentos da União Federal, dos estados, municípios e Distrito Federal para a realização de encontros locais, regionais e nacionais dos Pontos de Cultura.
3. Organização anual da Teia Regional Centro-Oeste.
4. Incentivar a criação na região Centro-Oeste de frentes parlamentares em defesa da cultura (nas assembleias legislativas e câmaras municipais).
5. Construir uma plataforma interativa dos pontos de cultura do Centro-Oeste (cadastro/mapeamento, intercâmbio, interatividade e formação) visando o fortalecimento das redes estaduais e dos pontões com a sociedade civil para que possam articular a atuação dentro de temáticas tais como: cultura digital, memória, cultura e infância, território, tesouro vivo, patrimônio imaterial e material.
6. Fomentar um programa permanente e contínuo de capacitação em cultura digital e gestão cultural para os pontos de cultura da Região Centro-Oeste.
7. Criação de um comitê e calendário de mobilização da região Centro-Oeste no sentido de sensibilizar as esferas municipais, estaduais e federal para a votação e aprovação da Lei Cultura Viva, na busca pela garantia da manutenção, da ampliação e fortalecimento dos Pontos de Cultura.
8. Implantar políticas públicas, nos estados, para o Tesouro Vivo, representado por mestres de tradição e saber.
9. Lutar pelo pagamento de todos os editais lançados pelo Ministério da Cultura dentro dos prazos estabelecidos.
10. Lutar pela viabilização de recursos dos governos municipais, estaduais, distrital e federal para a criação de, no mínimo, um ponto de cultura por município da região Centro-Oeste e renovação de convênios, já no ano de 2012.
11. Criar uma Comissão Nacional de Gestão de Crise com a participação de representantes do Centro-Oeste, com a ampliação das comissões existentes entre o MinC e a CNPdC, visando dirimir e solucionar de vez todos os problemas e pendências ainda existentes, desde o lançamento do programa em 2004, tendo um prazo de 100 dias para a execução de seus objetivos e encaminhamentos.
12. Implementação de um Prêmio via FUNARTE para a promoção de projetos que promovam a circulação, o intercâmbio e a integração regional entre a rede dos Pontos de Cultura, valorizando seus saberes, fazeres, bens, produtos e serviços culturais, fomentando a riqueza cultural das cinco regiões do país. (referência: Prêmio Interações Estéticas).
13. Campanha regional de mobilização e esclarecimento sobre a PEC150 e o SNC – Sistema Nacional de Cultura, com foco na questão orçamentária, com vistas à sua implementação, com a criação/potencialização de leis de incentivo locais (estaduais, municipais e distrital) para a Cultura, a serem elaboradas com a sociedade civil, em parceria com a Rede dos Pontos de Cultura.
14. Lançamento de edital pelos estados e municípios, em articulação com o MinC/Governo Federal, para a criação de Pontões em cada estado ou município que tenham 20 ou mais pontos de cultura, com o objetivo de prestar suporte administrativo e financeiro, realizar ações de capacitação e qualificação, bem como articular e fortalecer a rede local de pontos de cultura.
Indicar a realização da TEIA REGIONAL CENTRO-OESTE 2012, na cidade de Bonito, no Mato Grosso do Sul, em Julho de 2012, e, como suplente a cidade de Brasília, no Distrito Federal.
Cuiabá MT, 24 de Julho de 2011.

Pontos de Cultura presentes na Teia/Forum Regional Centro-Oeste 2011


Mato Grosso do Sul
ACPF Reeducando no Mario Covas, Campo Grande

Arte & Cidadania, Campo Grande

Arte de Fazer e Reciclar, Campo Grande

Cia das Artes, Campo Grande

Circo do Mato, Campo Grande

Colônia Paraguaia, Campo Grande

Curumins da Mata, Campo Grande

Guaicuru, Campo Grande

História Cultura e Ação(IBISS|CO), Campo Grande

Instituto Mirim de Campo Grande, Campo Grande

Mercado Cênico, Campo Grande

Novo Olhar, Campo Grande

Sociedade Comunitária Gibiteca , Campo Grande

Vozes Especiais, Campo Grande

Abaetê, Dourados

Casa do Pensamento Indígena - Ovoku Issoneu Kopenoti, Miranda

Expressão pela Vida, Paranaíba

"Lídio Rodrigues Escobar", Nova Alvorada do Sul

Maculelê, Ponta Porã

Moinho Cultural Sul-Americano, Corumbá

Música Sem Fronteiras, Aquidauana

Teko Arandu, Caarapó

Todas as Idades, Dourados




terça-feira, 9 de agosto de 2011

Não sou descartável!!


Adoreiiiiiiiiiiiii esta foto!

Meu mundo caminha nas minhas mãos!



Já disse e repito: não me chame para caminhar em círculos.

Ir e voltar, nem pensar. Porém, o tempo nos faz pensar, e otempo e como o vento, que nos leva muitas coisas, mas tem coisas que só o tempo nos trás...

Me chame para ir caminhando. Para onde quer que seja. Mas que seja para onde. Seja lá onde onde for. Mas caminhando para frente... caminhando se vence o medo!

Me chame para fazer nosso próprio caminho. Pra levar topada na calçada e dar bom dia à senhora que vem do outro lado apressada.

Me chame para sorrir e amar, cantar, viver... e até para chorar!

As vezes caminhar sozinho é graticante... as vezes caminhar na multidão é solidão!

Prefiro caminhar com olhar de um menino guerreiro, inquieto, mas com a esperança no coração...

Sou assim, construtor de sonhos alheios e pesadelo muitas vezes dos meus.

Meu mundo muitas vezes se perde nas minhas mãos.



quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Quem planta colhe...

Com certeza você conhece o velho ditado que diz: “quem semeia urtiga não colhe rosas”.

É através de suas ações que o mundo reage a você. São suas ações que determinam a qualidade do seu destino, da sua vida; são elas que plantam as sementes do seu futuro.

Uma ação desastrada provoca reações negativas; depois vêm o arrependimento e as desculpas – que quase sempre não adiantam mais.

Por isso, antes de achar que a sorte abandonou você, faça um exame de consciência, relembre seus últimos passos, analise friamente suas atitudes e seu comportamento – veja se suas ações não foram egoístas ou raivosas. E procure melhorar.

De nada adianta um discurso lindo, se em suas ações você demonstra exatamente o contrário. Pense nisso. Um grama de ação vale mais do que uma tonelada de teoria!

A COISA MAIS CRUEL QUE ALGUÉM PODE FAZER É PERMITIR QUE ALGUÉM SE APAIXONE POR VOCÊ, QUANDO VOCÊ NÃO PRETENDE FAZER O MESMO.

1000 vezes guerreiro!

Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo. Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele. Sou inconstante e talvez imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo. São poucas as pessoas pra quem eu me explico.

Quando pairarem nuvens ameaçadoras,
Não dobre suas asas, nem fuja para o abrigo.
Faça como a águia, abra as suas asas,
e decole para bem alto,
acima dos problemas que a vida traz.
Pois a águia sabe, que quanto mais alto voar,
mais tranquilos e mais brilhantes, tornam-se os céus.
E não há nada na vida,
que Deus nos peça para carregar,
que nós não possamos levar,
Planando com as asas da oração.
E ao olhar para trás e
ver que a tempestade passou,
você encontrará novas forças...
E ganhará coragem também.
Fonte: Mistica

Caminhando se vence o medo!

“Quanto mais viva a pessoa estiver, mais problemas ela terá. Mas não há nada de errado nisso, porque lutar com os problemas, enfrentar desafios é a forma pela qual crescemos"

"Viva cada momento presente de maneira intensa, e o futuro cuidará de si mesmo. Aprecie plenamente a maravilha e a beleza de cada instante. Pratique a presença da paz. Quanto mais o fizer, mais sentirá a presença desse poder em sua vida


Borboletas...


"Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba; não ame por admiração, pois um dia você se decepciona; ame apenas porque o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação!"

O segredo da vida não e você correr atrás das borboletas...

O segredo e você cuidar do seu jardim.

Sucesso!