sexta-feira, 26 de março de 2010

Niver do "Zé Roberto - 70 anos"


Guerreiros, meu pai completa 70 anos amanha (27 de março)... para todos nos e motivo de alegria...

Parabéns Zé Roberto, ser iluminado que amamos tanto!

terça-feira, 16 de março de 2010

Olimpíada do Conhecimento um poço de oportunidades!


A Olimpíada do Conhecimento foi uma vitrine para nossos bravos jovens guerreiros, me senti orgulhoso e feliz por participar deste evento.
Vi o entusiasmo de muitos que não se entregaram, foram em frente.
As oportunidades como sempre falo, estão no nosso próprio quintal, e a Olimpíada do Conhecimento com certeza vai proporcionar a todos oportunidades fantásticas de crescimento profissional e pessoal.
Quero agradecer ao SENAI pela oportunidade e principalmente enaltecer os nossos guerreiros competidores, que muito bem representaram nosso amado Mato Grosso do Sul.
Todos foram vitoriosos, principalmente pelo equilíbrio, responsabilidade, motivação e garra.
Amo todos vocês!

quinta-feira, 4 de março de 2010

To indo para o Rio de Janeiro!



To indo para o Rio de Janeiro participar da Olimpiada do Conhecimento que ocorrerá entre 9 e 14 de março.

Mato Grosso do Sul estará presente.

Na edição anterior, a Olimpíada contou com 533 competidores, 80 mil visitas de alunos da educação básica, 10 mil trabalhadores envolvidos e 2 mil participantes em eventos paralelos, como palestras, minicursos, espaços culturais, apresentações artísticas, programas do SESI como o Cozinha Brasil e o Biblioteca Móvel, e o Inova SENAI, com projetos de tecnologia de ponta de alunos e professores da entidade. Em 5 edições, o torneio já recebeu mais de um milhão de visitantes.

E a 6ª edição da Olimpíada do Conhecimento promete ser ainda maior. A expectativa é de mais de 230 mil expectadores circulando nos 571.000 m² do Riocentro, pois paralelamente ocorrerá o primeiro WorldSkills Americas. Inspirado na competição mundial WorldSkills, o torneio atrairá jovens de todo o continente. O objetivo é trocar experiências entre os países participantes e incentivar a cultura competitiva em mercados ainda em desenvolvimento. E o SENAI, por sua experiência na execução e participação em torneios nacionais e internacionais, organizará ambos os eventos. Uma forma de reconhecimento de nossos vizinhos pela competência do Brasil no ensino profissional para o setor industrial.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Morre Heráclito Diniz de Figueiredo


Vítima de infarto fulminante, faleceu por volta de meio-dia de hoje, aos 61 anos, o engenheiro civil Heráclito José Diniz de Figueiredo, que foi prefeito de Campo Grande nomeado pelo então governador Pedro Pedrossian no período de 1982/83. Dez anos depois, foi vice-prefeito eleito no segundo mandato de Juvêncio César da Fonseca. Heráclito foi secretário de obras do governo Pedrossian.
Tive a grata alegria de trabalhar com Heráclito, onde aprendi a respeitar este grande homem público.

Comentei com a esposa dele no velório que as pessoas não morrem jamais na cabeça e no coração da gente.

Heráclito foi um homem de fé!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Carnaval Floripa!


O carnaval em Florianopolis foi simplesmente fantastico... adorei ter passado momentos felizes... foi importante para começar o ano com mais energia. Muito obrigado a todos, ao povo da pousada Biskaia, aos amigos e aos meus familiares.

Amei!


Amei!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Mensagem do velho sábio


Olá, o grande guerreiro deseja que seu dia e sua semana sejam maravilhosas e repleta de sucesso! Abaixo uma mensagem de otimismo.

Milagres

Milagre para mim, é ver a chuva molhar
os campos e reacender aquele cheiro
bom de terra molhada,
cheiro de banho de natureza,
que faz brotar sementes até os sonhos...

Milagre é olhar o céu e ver aquele mundão
de estrelas, ali, tudo juntinho
sem competir, sem se esbarrar
e sem nenhuma empatar o brilho da outra...

Milagre é essa diversidade de flores que
Deus planta pra aqui e pra acolá, só para
colorir o caminho da gente
assim como quem não quer nada
mas querendo nos ver felizes...

Milagre é tudo que o homem inventou
com a inspiração que Deus deu,
telefone, luz elétrica, rádio, TV, cinema, etc.
Eu não sei como isso funciona
e nem quero aprender, mas que é milagre, É...

Milagre é o que a genética faz:
De uma coisa pequetitinha de nada,
cria um embrião que vira pessoa, e que Deus aprova,
porque a alma é Ele que coloca....

Milagre para mim, é esse mundão sem porteira,
sem eira, sem ter um canto para o vento
fazer a curva sem ter começo delimitado e nem fim...

Milagre é quando olho para meus filhos
e vejo traços físicos meus, quando adentro suas almas
vejo traços de anjos, aí eu agradeço a Deus
infinitas vezes, por esse milagre...

Milagre é a inocência das crianças que falam
na cara da gente o que pensam.
Pequeno Buda de 6 anos, falou que Deus
é bom porque faz nuvens com forma
de bichinhos fofos....

Milagre é acordar de manhã, abrir a janela
e ver o amanhecer lindo que Deus coloriu,
cada dia de um jeito, faz tudo com capricho
e carinho. Ah, acordar já é milagre, e dos maiores...

Milagre é quando Deus esquece de dar um irmão pra gente,
ai Ele acode e dá o irmão com o nome de amigo
esse é um dos milagres que eu adoro receber....

Milagre é quando alguém que amamos,
sem querer, despedaça o nosso coração
em um fantastilhão de pedaços, e a gente pensa que vai morrer.
Ai aparece alguém com uma cola mágica e conserta

Milagre é ser um doador de órgãos,
pois quando Deus chama para voltar para casa,
só chama o espírito, e esse chega perfeito,
se do corpo ficar algo é para aperfeiçoar uma outra vida...

Milagre é a natureza que a neve mata
ou o fogo destrói, ai nasce tudo de novo sem se importar
se vai ser destruída novamente, acho esse milagre lindo!

Milagre é quando vejo pessoas ajudando
as vítimas da fome, do frio, do desabrigo e do desamor
tem gente que chama isso de solidariedade,
eu chamo de milagre...

Milagre, é essa tal de internet que fez minha mensagem
chegar até você que as vezes não conheço o rosto,
o nome, e nem sei dos sonhos...

Agora, se te fiz feliz, ganhei o dia e o aval de Deus!

Lady Foppa

sábado, 6 de fevereiro de 2010

PÉROLAS DE SENSIBILIDADE: EU GOSTAVA TANTO DE VOCÊ (PADRE FÁBIO DE MELO) - TEXTO RECEBIDO PELA INTERNET


Lindo texto do padre Fábio Melo que compartilho:

Eu acho que a gente vive tão mal, que às vezes a gente precisa perder as pessoas pra descobrir o valor que elas têm. Às vezes as pessoas precisam morrer pra gente saber a importância que elas tinham, e isso aconteceu uma vez na minha vida.

Estava eu na minha casa, de manhã, quando recebi um telefonema dizendo que minha irmã estava morta. Minha irmã mais nova, cheia de vida... de repente não existe mais.

Fico pensando assim, que às vezes, na vida, o ensinamento mais doído seja esse: quando na vida nós já não temos mais a oportunidade de fazer alguma coisa, o inferno talvez seja isso - a impossibilidade de mudar alguma situação. E quando as pessoas morrem, já não há mais o que dizer, porque mortos não podem perdoar, mortos não podem sorrir, mortos não podem amar, nem tão pouco ouvir de nós que os amamos.

Eu me lembro que uma semana antes de minha irmã morrer, ela havia me ligado. Foi a última vez que eu falei com ela, e eu me recordo que naquele dia eu estava apressado, com muita coisa pra fazer, e fiz questão de desligar o telefone rápido. Sabe quando você fala, mas fala na correria, porque você tem muita coisa pra fazer? E foi assim... se eu soubesse que aquela seria a última oportunidade de ver minha irmã, de olhar nos olhos dela, de falar com ela, eu certamente teria esquecido toda a pressa, porque quando a vida é assim, e você sabe que é a ultima oportunidade, você não tem pressa pra mais nada. Já não há mais o que eu fazer, e essa é a beleza da última ceia de Jesus.

Não há pressa, o momento é feito para celebrar, a mística da última ceia está ali, Jesus reúne aqueles que pra ele tinha um valor especial, inclusive o traidor estava lá.
E eu descobrir com isso, com a morte da minha irmã, que eu não tenho o direito de esperar amanhã pra dizer que amo, pra perdoar, para abraçar, dizer que é importante que é especial.

O amanhã eu não sei se existe, mas o agora eu sei que existe, e às vezes, na vida, nos perdemos... Eu me lembro quantas vezes na minha vida de irmão com ela, nós passávamos uma semana sem nos falarmos, porque houve uma briga, uma confusão. A gente se dava o luxo de passar uma semana sem se falar, e hoje eu não tenho mais nem 5 minutos pra conversar com alguém que foi importante, que foi parte de mim.

Não espere as pessoas morrerem, irem embora, não espere o definitivo bater na sua porta. Nós não conhecemos a vida e não sabemos o que virá amanhã. Viva como se fosse o último dia da sua história. Se hoje você tivesse que realizar a sua última ceia, porque é conhecedor que hoje é o último de sua vida, certamente você não teria tempo pra pressa. Você celebraria até o fim, e gostaria de ficar ao lado de quem você ama.

Viver o cristianismo é fazer a dinâmica da última ceia todos os dias. Viva como se fosse o último dia da sua vida; viva como se fosse a última oportunidade de amar quem você ama, de olhar nos olhos de quem pra você é especial.

E depois que minha irmã morreu, um tempo bem passado, eu descobrir porque eu gostava tanto dessa música que vou cantar agora. Ela não fala de um amor que foi embora; o compositor fez para a filha que morreu em um acidente; então, fica muito mais especial cantá-la e descobrir o cristianismo que está no meio das palavras, porque é assim, quando o outro vai embora é que a gente descobre o tamanho do espaço que ele ocupava.

Não sei por que você se foi,
Quantas saudades eu senti,
E de tristezas vou viver,
E aquele adeus não pude dar...

Você marcou a minha vida
Viveu, morreu
Na minha história;
Chego a ter medo do futuro
E da solidão
Que em minha porta bate...

E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...

Eu corro, fujo desta sombra
Em sonho vejo este passado,
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato.
Não quero ver pra não lembrar,
Pensei até em me mudar...
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você...

E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...

Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!

Agora o triste da música é que a gente precisa conjugar o verbo no passado, a pessoa já morreu, já não há mais o que fazer. Mas não tem nenhum sofrimento nessa vida que passe por nós sem deixar nenhum ensinamento...

Tem que nos ensinar, não dá pra sofrer em vão. Alguma coisa a gente tem que extrair...

Extraia o sofrimento e descubra o ensinamento. Se ele algum dia me tocou e me deixou algum ensinamento, eu faço questão de partilhá-lo com você agora. Depois da morte da minha irmã eu faço questão de viver a vida como se fosse o último dia.

Já que o passado é coisa do inferno, e a gente não está no passado, muito menos no inferno, resta a possibilidade de mudar o verbo, de trazê-lo para o presente e de cantá-lo olhando para as pessoas que são especiais. Quem sabe cantando pra ela nesse momento...

Se ela está ao seu lado, se você tem algum amigo que mereça ouvir isso de você, alguém que faz diferença na sua história...

Ao invés de você dizer que gostava, você diz que gosta!

Vamos mudar o verbo! Vamos amar a vida! Vamos amar as pessoas antes que elas vão embora!

E eu...

EU GOSTO TANTO DE VOCÊ! EU GOSTO TANTO DE VOCÊ!

Sempre pensar....


Vamos recordar esta linda crônica....
Sucesso!


Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir
Eu aconchegaria você mais apertado,
E rogaria ao senhor que protegesse você.

Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela porta,
Eu abraçaria, beijaria você, e chamaria de volta,
Para abraçar e beijar uma vez mais.

Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz em oração,
Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua,
Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia.

Se eu soubesse que essa seria a última vez,
Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO
Ao invés de assumir que você já sabe disso.

Se eu soubesse que essa seria a última vez,
Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao invés de pensar:
"Bem, tenho certeza que outras oportunidades virão, então eu posso deixar passar esse dia."

É claro que haverá um amanhã para se fazer uma revisão,
E nós teríamos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.
É claro que haverá outro dia para dizermos um para o outro: "EU TE AMO",

E certamente haverá uma nova chance de dizermos um para o outro:
"Posso te ajudar em alguma coisa?"
Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos,
Eu gostaria de dizer

O QUANTO EU AMO VOCÊ,

E espero que nunca esqueçamos disso.

O dia de amanhã não esta prometido para ninguém, jovem ou velho,
E hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado, a mão da pessoa que você ama.

Se você está esperando pelo amanhã, porque não fazer hoje?

Porque se o amanhã não vier, você com certeza se arrependerá pelo resto de sua vida,
De não ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abraço, num beijo,
Porque você estava "muito ocupado" para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o último desejo que ela queria.

Então, abrace seu amado, a sua amada HOJE.
Bem apertado.
Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de você.
Gaste um tempo para dizer:

"Me desculpe"

"Por favor"

"Me perdoe"

"Obrigado"

ou ainda:

"Não foi nada"

"Está tudo bem".

Porque, se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje.
Pois o passado não volta, e o futuro talvez não chegue.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Como motivar a liderança em crianças e jovens


DICA DE LEITURA:

Está na mão dos pais incentivar e formar filhos líderes. Essa é a opinião do americano Pat Williams, que acaba de lançar o livro “Filhos Talentosos, Líderes Grandiosos”, Editora Landscape. A obra é voltada aos adultos e traz, de forma bastante esclarecedora, as regras para motivar e inspirar os jovens a se tornarem líderes em todas as áreas da vida.

Diante de um mercado de trabalho que exige cada vez mais qualificações, sugerimos a pauta: você já parou para pensar se o seu filho tem as características de um líder? Como identifícá-las e estimulá-las? Como treinar o jovem ou criança a ser um líder e construir uma carreira de sucesso? Não é cedo para pensar isso. O livro de Pat Willians pode ser usado como base de sua matéria, adaptando o assunto à realidade brasileira. Havendo interesse na pauta, entre em contato com a assessoria de imprensa.

O primeiro capítulo do livro “Filhos Talentosos, Líderes Grandiosos”, Editora Landscape, já é um aviso: A formação de líderes começa cedo, ou seja, o treinamento de liderança começa em casa e cabe aos pais motivarem esse espírito e atitudes em seus filhos.

O escritor americano Pat Willians, executivo da NBA de longa data e guru de liderança, reuniu no livro as formas para identificar a habilidade de liderança em jovens e crianças. Dividido em três partes: A formação de líderes começa cedo; As sete chaves para a liderança eficaz; Como ser mentor e motivador; o livro foi baseado em mais de 800 pesquisas realizadas com profissionais da área. O objetivo é dar aos pais as ferramentas necessárias para estimular a juventude, instigando a paixão, o compromisso e a determinação.

Para o autor, o líder eficaz possui sete características básicas, que devem ser liberadas e estimuladas pelos pais e professores. “Cabe a eles edificar tais qualidades”, diz. São elas os fundamentos do livro.

1) Visão: todo líder, jovem ou idoso, tem de ter uma visão. É preciso aprender a desafiar e a inspirar os jovens a se tornarem visionários.

2) Comunicação: todo líder deve ser capaz de comunicar a visão para a equipe. É preciso dar oportunidade aos jovens para que fortaleçam suas habilidades de comunicação.

3) Habilidades no trato com pessoas: os líderes, quer jovens ou maduros, devem saber motivar as pessoas, resolver conflitos, ouvir, elogiar, enfim, fortalecer uma comunidade.

4) Caráter: as pessoas admiram e seguem líderes que exibem caráter genuíno. Assim, jovens líderes precisam edificar bons traços de caráter em sua vida, tais como ética de trabalho firme, humildade, honestidade, integridade, responsabilidade pessoal e social, coragem, gentileza, tolerância e respeito pelos outros.

5) Competência: a competência vem com a experiência, com o aprendizado de delegar tarefas e com a estratégia de enfrenta-las visando alcançar a excelência.

6) Ousadia: para se tornar líder, o jovem tem de aprender a superar a timidez, a introversão e a tendência de não arriscar. Sem risco, não há aventura. Não se pode ser líder sem ousadia.

7) Serviço: os jovens precisam ser instruídos, inspirados e desafiados a ver seu papel de liderança não como uma oportunidade de expandir o ego, mas como a oportunidade de servir aos semelhantes.

E é embasado nestas sete chaves que Pat Willians desenvolve o livro. No final, ele ainda explica como se tornar um bom mentor e quais devem ser suas atividades. Explica como motivar os jovens a liderar, elencando alguns princípios básicos, como por exemplo: desafiar os jovens líderes, mas sem os sobrecarregar; inspira-los a buscar satisfação, não riqueza material; mostrar que liderar é divertido, etc. Para todas as explicações, o autor se utiliza de exemplos e histórias reais que facilitam a compreensão da leitura.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

SEMPRE VENCEMOS



Lindo texto da grande Margareth Maria, que merece nossa reflexão.

Sempre vencemos.Tudo começa com uma conquista de um espermatozóide que segue o movimento e consegue entrar no óvulo. A partir daí, esse novo ser passa por grandes transformações.

O processo de transformação é constante e necessário para evolução do ser.

Quando é que paramos de nos transformar?

Sempre estamos fisicamente mudando e reagindo a essas mudanças.

Se encarar as mudanças de maneira natural e necessária, terá mais chance de aproveitar cada momento.

A vida é um eterno movimento. Quando se aprende observar atentamente o movimento da vida com o tempo se percebe a lógica por trás de tudo, ou seja (DEUS).

Os momentos de dificuldades sempre estão diretamente ligados a nossa falta flexibilidade em mudar padrões que já não faz sentido ou ainda querer mudar os outros.

Insistimos nos velhos padrões, porque mudar exige humildade em encarar nosso orgulho de que ainda temos muito a aprender.

Queremos sempre ser reconhecidos pelos outros e nessa busca procuramos vencer o outro, nesse caminho criamos ansiedade. Passamos a observar as ações que correspondem ao nosso objetivo e tudo mais se torna secundário. Poucos nessa situação de competição com o outro escutam e a comunicação é sempre voltada para produzir apreciações e méritos dos outros.

Vivemos em um mundo de competição e a necessidade de vencer é forte. Queremos vencer no amor, vencer profissionalmente, vencer com a família, vencer financeiramente e como sempre usou meios de comparativos através dos outros a força vai diminuindo, chegando ao ponto desistir e achar que é tudo muito difícil e complicado.

Imagine o que iria acontecer se o espermatozóide em movimento para chegar ao óvulo, resolvesse parar para ver se alguém estava aproximando.

Os corredores mais experientes permanecem concentrados apenas no movimento. O sentimento é simplesmente vencer a si mesmo.

Existem muitos que desejam vencer o outro e por conta disso se angustiam mais.

Abandonar o controle da corrida e simplesmente seguir o movimento atento e responsável por tudo que faz sentido para a sua vida, porque sempre vencemos.

Estar realmente centrado no amor que mantém o seu tanque sempre cheio de energia e vigor, e, ai são só apreciar o caminho.

Aprender que cada um tem o seu próprio movimento.

Sempre vencemos quando alimentamos o amor em nós.

Sempre vencemos. Tudo começa com uma conquista de um espermatozóide que segue o movimento e consegue entrar no óvulo. A partir daí, esse novo ser passa por grandes transformações.

O processo de transformação é constante e necessário para evolução do ser.

Quando é que paramos de nos transformar?

Sempre estamos fisicamente mudando e reagindo a essas mudanças.

Se encarar as mudanças de maneira natural e necessária, terá mais chance de aproveitar cada momento.

A vida é um eterno movimento. Quando se aprende observar atentamente o movimento da vida com o tempo se percebe a lógica por trás de tudo, ou seja (DEUS).

Os momentos de dificuldades sempre estão diretamente ligados a nossa falta flexibilidade em mudar padrões que já não faz sentido ou ainda querer mudar os outros.

Insistimos nos velhos padrões, porque mudar exige humildade em encarar nosso orgulho de que ainda temos muito a aprender.

Queremos sempre ser reconhecidos pelos outros e nessa busca procuramos vencer o outro, nesse caminho criamos ansiedade. Passamos a observar as ações que correspondem ao nosso objetivo e tudo mais se torna secundário. Poucos nessa situação de competição com o outro escutam e a comunicação é sempre voltada para produzir apreciações e méritos dos outros.

Vivemos em um mundo de competição e a necessidade de vencer é forte. Queremos vencer no amor, vencer profissionalmente, vencer com a família, vencer financeiramente e como sempre usou meios de comparativos através dos outros a força vai diminuindo, chegando ao ponto desistir e achar que é tudo muito difícil e complicado.

Imagine o que iria acontecer se o espermatozóide em movimento para chegar ao óvulo, resolvesse parar para ver se alguém estava aproximando.

Os corredores mais experientes permanecem concentrados apenas no movimento. O sentimento é simplesmente vencer a si mesmo.

Existem muitos que desejam vencer o outro e por conta disso se angustiam mais.

Abandonar o controle da corrida e simplesmente seguir o movimento atento e responsável por tudo que faz sentido para a sua vida, porque sempre vencemos.

Estar realmente centrado no amor que mantém o seu tanque sempre cheio de energia e vigor, e, ai são só apreciar o caminho.

Aprender que cada um tem o seu próprio movimento.

Sempre vencemos quando alimentamos o amor em nós.

Barco de papel


O lago, imenso, sereno, parecia um mundo.
Como aqueles mundos distantes dos telescópios e dos sonhos de astronautas. Quieto, misterioso, esperando pacientemente a visita de um explorador corajoso.
O menino olhava para o lago e viajava ali parado. Era melhor do que sonhar. De vez em quando, uma lufada mais forte da brisa encrespava as águas – um mundo adormecido que se lembrava de avisar: “estou vivo!” Ronco do dragão de são Jorge escondido em alguma cratera lunar a sacudir a superfície.
O pai do menino, a poucos metros, dormitava no banco do parque após ter lido o jornal.
O vento que mexia com as águas também atiçava as folhas do jornal. Um caleidoscópio em preto-e-branco de notícias alegres e tristes, mais tristes que alegres. Crianças de rua para quem as folhas do jornal são cobertor, pessimistas para quem as novas da política são o fim dos tempos, desempregados para quem as letras miúdas dos classificados gritam que não há vagas.
O menino já aprendeu a ler, mas, no caleidoscópio de papel, ainda prefere as imagens. Quadrinhos, futebol. Ou personalidades sérias nas quais um bigode desenhado a lápis cairia muito bem.
Mas o menino olhava para o lago. O lago mostrava seu rosto ao menino. No reflexo, os retratos do lago e do menino se misturavam.
Então, o vento. Sem força para arrepiar o menino, mas sacudindo sutilmente o lago. Os retratos na superfície d’água se desmancharam. E o menino se sentiu sozinho.
O mesmo vento, brincando de passar as folhas do jornal largado na relva, desvendou ao menino as páginas do miolo. A capa do segundo-caderno. Cores! Nosso menino não hesitou, também não pensou muito. Com a naturalidade das crianças, a folha do jornal estava em suas mãos. O destaque do dia era para um artista que vivia recluso numa ilha, mas isso não importava muito. Naturalmente, nas mãos do menino, a folha foi dobrada, desdobrada, vincada, dobrada de novo e de novo. Virou um barquinho de papel. Um barquinho de papel frágil e trêmulo, mas que importava? Um barquinho de papel colorido, com uma proa de vermelhos e amarelos e a foto do artista ermitão lá no topo.
O ar se aquietou por um instante, como se carregado por aquela atmosfera solene das grandes inaugurações. Enquanto isso, um gesto fluido e espontâneo do menino lançou delicadamente o barquinho n’água. O barquinho pairou, parecia esperar fogos de artifício ou salvas de canhões que não vieram (até mesmo o dragão de são Jorge repousava, lembrem-se). Então, com o retorno da brisa, o azul do lago se ondulou. O barquinho oscilou, enfunaram-se suas velas imaginárias. E, num caminho de ziguezague, tomou lentamente o rumo da aventura.
O menino olhava para o lago e para o barquinho que se movia. Viajava. Era melhor do que sonhar. Então, antes de se enfadar, o menino se levantou mais uma vez e se afastou do lago: ouvira o ressonar do dragão a lembrá-lo de que estava na hora de vestir sua roupa de astronauta para explorar a Lua.
Quando o pai do menino acordou, o Sol já se abaixava querendo tocar a água. Esfregando os olhos sonolentos, não viu a Lua que surgia do lado oposto nem o menino que brincava. Seguiu os passos do jornal aberto, notícias cinzas espalhadas sobre a grama. E viu, afastando-se em ziguezague no lago, um barquinho seguro de si que aguardava o Sol para deitá-lo em seu colo, enquanto coloria de amarelos e vermelhos a água que ficava para trás.

texto do Edu, barquinho da Dani e inspiração de ambos.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Sou guerreiro, tô solteiro... (ainda)


Sou guerreiro, tô solteiro...

Quero mais o quê?

Adorei este texto!


Difícil que não conheça uma das mais tradicionais músicas cantadas em tempos de Carnaval, não é mesmo? Para quem lembrou dela, impossível ter deixado de cantá-la no último sábado, dia 15 de Agosto: o Dia dos Solteiros. Logicamente, que eu não iria deixar de comentar esta data com os senhores, apesar de lembrar sua passagem somente no final da tarde, foi tempo suficiente para agradecer a sua existência.

Alguns dos senhores devem ficar abismados em somente saber da existência de tal dia e concordar que tal data não tem importância e repercussão no calendário comercial, porém é um nicho de mercado que deve ser apreciado, pois dados revelam que está parcela está em constante crescimento. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, em uma pesquisa feita ainda do ano de 2008, existem quase 74 milhões de pessoas solteiras com mais de 18 anos no país, tal número equivale a 30% da população total do Brasil.

De acordo com o ranking, as três cidades com maior número de solteiros são respectivamente: Brasília, Salvador e Belo Horizonte e os motivos para o estado civil solteiro, desinteressado, feliz (assumidamente) são vários: opção pessoal, divórcio, mudança para uma capital em busca de estudo ou trabalho, entre outros.

Outro dado curioso apresentado pelo estudo é a indicação de três tipos de solteiros: o temporário, o transitório e o definitivo. O primeiro faz referência às pessoas jovens que ainda não se casaram ou que adiaram o matrimônio em função do estudo ou do trabalho, e que não moram com os pais. O transitório se refere à pessoa que se separou e que está morando sozinho por opção, ou até que encontre outro companheiro. E o último caso, o definitivo, que faz menção às pessoas que não pretendem se casar, ou não querem se unir novamente e desejam morar sozinhos, pois prezam sua independência e conseguem mantê-la pois economicamente falando o grupo é formado por pessoas que ganham, em média, dez salários mínimos.

Todavia, há os solteiros felizes e os deprimidos. Os felizes adoram sua posição e convivem sem problemas com a condição, já os outros que querem o mais rapidamente se livrar dela. É o caso de Kátia, uma bancária de 35 anos que foi a protagonista do último caso da Liga das Mulheres no Programa Fantástico. Ela está solteira a dois anos, mas já foi noiva duas vezes. O primeiro relacionamento durou quatro anos e terminou porque houve muitas traições. Já o segundo, que ela conheceu pela internet, não deu certo porque ele era mais novo e tinha outros planos. Kátia já tem enxoval, sonha em casar na igreja, tem planejado na cabeça como deve ser o pedido perfeito de casamento e se não for feito corretamente, não vai rolar. Ela, em pleno século XXI, ainda acredita em príncipe encantado e pelo jeito vai continuar sozinha um bom tempo.

Claro que tem outras que dá vontade de ficar junto, no caso das mulheres as datas comemorativas, porque a gente ganha presente e é lembrada, para tanto esquecer esses poucos dias satisfatórios de estar namorando, dei uma navegada na internet e relacionei alguns BONS motivos para estar solteiro, não só no dia dos solteiros, mas todos os dias do ano. O primeiro e o mais importante é a LIBERDADE, que para pessoas que precisam de espaço e surtam às vezes com o chicletismo (como eu), isso é fundamental e o que mais causa inveja aos compromissados por aí. A gente pode fazer o que quiser, na hora que bem entender, sem ouvir reclamações ou cobranças: delícia!

Outro é não ter que conviver com alguns hábitos irritantes que para quem é casado ou vive junto, torna-se um saco. As mulheres, por exemplo, surtam com tampa de vaso levantada, toalha molhada em cima da cama, cueca jogada pelo quarto. E os homens não suportam calcinha pendurada perto do chuveiro, às dezenas de pares de sapato jogados embaixo da cama e o resultado quase sempre é briga.

Mais uma: quem é solteiro economiza! Não é preciso gastar com presentes, flores, jantares românticos e motel na série de datas comemorativas: Dia dos Namorados e aniversários de namoro, casamento, primeiro beijo. Além disso, a conta telefônica também é menor, já que não existe aquela enrolação típica dos apaixonados.

Quem é solteiro tem tempo pra si mesmo e pode investir em si próprio. Pode fazer o que gosta: ouvir música, ler, caminhar. Pode aceitar fazer aquele curso fora da cidade, ou encarar a promoção na empresa onde trabalha e crescer profissionalmente, coisa que para os compromissados ou dá dor de cabeça ou é impossível. Além dos compromissos sociais chatos que não precisam ser agüentados: por exemplo, a festa na casa da tia-avó do namorado, em pleno sábado a noite. Tenha dó!

E ainda tem aquele famoso e clichê dizer, que é a mais pura verdade: “solteiro sim, sozinho nunca”, que até para os mais exigentes, isso é fácil de resolver e um estalar de dedos e uns goles de cerveja! Lembram das estatísticas do IBGE? Tá cheio de gente solteira por aí e para quem não quer casar e nem namorar tão cedo, se divertir é uma ótima pedida. E isso ainda não faz referência apenas a parceiros amorosos, mas também a amigos. Quer coisa melhor que viajar com uma porção de bons amigos? De sentar-se à mesa de bar e rir até as altas da madrugada? Enquanto certos casais se isolam, os descompromissados podem muito bem manter o campo do relacionamento interpessoal ativo.

E pode ser até que o amor realmente exista (ataque de risos), quem sabe um dia, céticos como eu o encontrem (não, eu não estou procurando, só pra deixar claro), mas e a dúvida? A gente vê tanta coisa por aí, pessoas que estão acompanhadas, mas que na verdade estão sozinhas... Na dúvida, melhor sozinho do que mal acompanhado e nunca é tarde para comemorar, porque solteiro pode comemorar todos os dias, sem ouvir reclamações.
Rasante da Polly

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Volta às aulas!


ESTE ANO SERÁ UM SUCESSO SE...

Este ano será um sucesso se...
houver um sorriso de otimismo,
um sonho de beleza em seu coração e
poesia nas pequenas coisas: na simplicidade da flor,
na inocência das crianças, no silêncio interior,
na amizade, no momento presente,
na oportunidade de ser bom, ser amigo e compreensivo;
sensível ao sofrimento alheio,
grato ao passado que lhe proporcionou experiências para o futuro.

Este ano será um sucesso se...
você for franco sem ferir,
tiver fé em si, no próximo e em Deus e,
acima de tudo, expressar o que pensa do outro
com uma palavra de carinho, de apoio,
de reconhecimento, de bondade e encorajamento.

Este ano será um sucesso se...
você souber vencer a preguiça, o orgulho,
a indiferença ao sofredor, a tentação da riqueza, da intriga e da inveja,
da intolerância ao ignorante, ao que tem idéias diferentes das suas,
ao menos inteligente, ao egoísta, ao mesquinho.

Este ano será um sucesso se...
você socorrer a quem precisa, aconselhando-o,
estendendo-lhe a mão, dando-lhe ajuda no momento certo,
economizando bens materiais,
esbanjando amor e solidariedade,
entendendo a criança e o idoso,
o adulto que não teve infância e aquele que não sabe amar.

Este ano será um sucesso se...
você der um “bom dia” de coração e
enfrentar com esportividade as desventuras, semear a paz e o amor,
vibrar com a felicidade alheia, com a beleza do sol acordando o dia,
com a gota de orvalho na flor.

Este ano será um sucesso se...
você valorizar cada vitória e o mundo de oportunidades
que se abrirem diante de você e,
começar cada dia com Deus!

Se você for sensível a tudo isso,
então este ano será um sucesso para você e
para os que viverem ao seu redor!

INTERPRETAÇÃO

Pense no texto, no ano que inicia e responda:

1) O que você fará para que seu ano e o das pessoas que o rodeiam no colégio, na família e amigos seja um sucesso?

2) Para você, que atitudes e sentimentos podem fazer com que o ano não seja um sucesso?

3) Explique a segunda estrofe do texto com suas palavras
No texto diz que “este ano será um sucesso se você enfrentar com esportividade as desventuras...” O que será que o autor quer dizer com esta expressão?

4) Na sua opinião, é possível vivenciar todas estas atitudes descritas no texto, no dia-a-dia? Justifique.

5) Procure no dicionário o significado das seguintes palavras:
•Intriga:
•Intolerância:
•Mesquinhez:
•Solidariedade:

Agora, escreva frases com estas palavras.

6) Faça uma ilustração sobre o texto.

OBS.:
Utilizar o texto no inicio do ano.
Solicitar aos alunos que leiam o texto com a família, conversem sobre ele e elaborem duas regras para uma boa convivência durante o ano.

No outro dia, retomar o texto. Cada aluno lê suas regras e, juntos elaborar as regras da turma.
Lembrem-se:
Estabelecer de 5 a 10 regras no máximo.
Ao longo do trimestre e do ano, as regras devem ir mudando de acordo com a necessidade da turma.
Avaliação:
Quais as regras que nós conseguimos cumprir?
Quais as que devem melhorar?
Que outras regras são necessárias para a nossa turma?

Educar é obra do coração!


Olha nós aí, outra vez. Começa um novo ano letivo e se implanta a dinâmica de uma correria que parece não ter existido outra igual.

Alunos novos que chegam assustados e que por algum tempo assustados ainda vão ficar, alunos antigos que voltam, para em sorriso dizer dos caminhos que agora trilham professores novos que buscam se enturmar e os colegas de sempre contando aos borbotões das férias que chegaram ao fim.

Assistimos como se fosse uma primeira vez a agitação de um início, a crença de uma retomada. Trocamos frases de esperança e abraços de felicidades e nem mesmo chega a surpreender, meio que escondida, uma certa lágrima em certos olhos. É a emoção do ano letivo novinho em folha, da volta ao passo inicial, da esperança do recomeço e da vontade de se achar o exato ponto de uma nova educação.

Não resta dúvida que na maior parte das vezes a ilusão do recomeço depressa se desfaz e que após alguns dias de alunos desmotivados e aulas estressantes, vem a certeza amarga que está tudo igual, que as coisas se repetem como no ano que terminou e que nada mais seremos do pouco que sempre fomos. A escola retoma no desgaste da rotina, parcos instantes de grandeza e esperanças, engolidos pela chateação de esforço inútil, de aulas sempre iguais, de caras novas sempre abarrotadas de velhos pensamentos.

Mas, o que fazer se as coisas são sempre assim?

Se depressa esquecemos os propósitos de se estudar mais, de se ler muito, de se ministrar conteúdos com alma, cheiro e a cor da vida que passa? Tal como em cansativas repetições, infinitas vezes acreditamos que no novo ano letivo seria tudo diferente, que seríamos melhor e que por força de nossa qualidade maior, nossos alunos mostrariam interesses crescentes, entusiasmo inesgotável, aplauso consciente.

Mas, nada disso importa.

Não é pela circunstância de não ter funcionado desta vez, que não deverá haver esperança de recomeço e que só porque assim pensamos e não agimos que devemos estar proibidos de assumir novas esperanças no semestre que vem, onde poderá se plantar de novo em nós mesmos um novo professor, mais completo, ainda mais perfeito. Esperar o inicio de novos tempos é sempre uma grande ilusão, mas o que importa se a ilusão na vida é tudo?

Professores que encaram um ano novo sem uma vontade de um novo olhar são figuras perdidas em deserto sem oásis, são como marinheiros sem bússolas e nem estrelas. São pessoas que não procuram caminhos porque se deixaram esmagar pela certeza que na educação não existem caminhos.

Importa pouco que tantas vezes antes prometemos mudar e tão pouco mudamos, menos importa ainda olhar com vontade e esperança um novo ano letivo antes de percebê-lo igual a tantos outros. O que mais vale é a mágica dessa esperança de acreditar que fazemos o tempo e que podemos com o vento erguer uma nova arquitetura.

Sem essas âncoras de esperança não adiantaria a agenda do futuro e de nada valeria essa doce confiança no ano letivo que vai começar. (por Deborah Melissa)

Frases para os educadores!


" So não morre aquele que escreve um livro ou planta uma árvore, com mais razão, não morre o educador, que semeia vida e escreve na alma"
Jean Piaget


"Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende".
(Guimarães Rosa)


"Assim como uma única isca não pode atrair qualquer tipo de peixe, uma metodologia única não é capaz de alcançar diferentes tipos de alunos."
( Monica Valéria ,minha amiga)


" O vento é o mesmo mas sua resposta é diferente em cada folha"
Cecília Meireles


“Contaram-me e Esqueci
Vi e Entendi
Fiz e Aprendi”
Confúcio



Quem pensa muito faz pouco. As pessoas entram em nossa vida por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem.

(Lilian Tonet)



... Quem sabe faz a hora, não espera

acontecer...


Não tenho um caminho novo. O que eu tenho de novo é um jeito de caminhar. (Thiago de Melo)


O melhor educador é aquele que conseguiu educar a si mesmo
(Sabedoria oriental)


"Quem conduz e arrasta o mundo não são as máquinas, mas as idéias."
Victor Hugo


"Eduquem os meninos e não será necessário castigar os homens"
(Pitágoras)


“Um livro é como uma janela: quem não o lê fica distante dela e só pode ver uma pequena parte da paisagem."
(Kahlil Gibran, escritor indiano)



"Não se pode ensinar nada a um homem. Pode-se apenas ajudá-lo a encontrar a resposta dentro dele mesmo."
(Galileu Galieli, cientista italiano)


"A tarefa essencial do professor é despertar a alegria de trabalhar e de conhecer."
(Albert Eisntein, cientista alemão, Como Vejo o Mundo)


"Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre."
(Paulo Freire, educador brasileiro)


"Perigoso não é o homem que lê, é o que relê."
(Voltaire, filósofo francês)


"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
(Cora Coralina, poetisa brasileira)


"Ser educador é ser um poeta do amor. Educar é acreditar na vida e ter esperança no futuro. Educar é semear com sabedoria e colher com paciência."

Augusto Cury



“Longo é o caminho do ensino por meio de teorias; breve e eficaz por meio de exemplos.” (Sêneca, filósofo romano - Epístolas )


"Não concordo com uma única palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-las"
(Voltaire)


"Procure ser um homem de valor, em vez de procurar ser um homem de sucesso."
(Albert Einstein)


"Tratai os bons com bondade e os maus com justiça"
(Confúcio)


"Educar é construir, é libertar o ser humano das cadeias do determinismo ...".
Paulo Freire


"Carpe Diem" quer dizer "colha o dia". Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode ser economizada para amanhã.

(Rubem Alves)

sábado, 23 de janeiro de 2010

O CRUCIFIXO DO HAITI


Adorei este texto escrito pelo padre Francisco Damasceno. Boa leitura guerreiros!

Acabo de ver a imagem do Crucifixo da Igreja Sacre Coeur du Tugeau, no Haiti, exibida pelo Fantástico, programa da Rede Globo. O templo sagrado desabou e restou aquele Crucifixo, quase intacto, grande, erguido, exposto aos olhares que banham de
lágrimas as noites haitianas. As pessoas param em frente a ele, choram e rezam.

Esta imagem provoca o ser pensante.

Por que foi assim?

Por que aquele Crucifixo resistiu ao equivalente a 30 bombas nucleares como a de Hiroshima?

E Cristo ficou ali. Parece ser aquela Sexta-Feira Santa, em Jerusalém, no alto do Calvário.

Pus-me a pensar e contemplar a chocante cena. Abri as Sagradas Escrituras e pus-me a ouvir o Senhor.

O Filho do Homem permaneceu naquele lugar, representado pela imagem, para dizer aos sofredores haitianos que eles não estão sozinhos. Jesus Cristo está crucificado com eles e eles com Cristo. “Suas dores são minhas dores; suas lágrimas são minhas lágrimas; seu sangue é o meu sangue.

Estou na cruz despido, como vocês que agora se encontram despidos de tantos bens.” Como disse o Profeta Isaías: “a verdade é que ele tomava sobre si nossas enfermidades e sofria, ele mesmo, nossas dores” (Is 53,4).

Os braços do Filho de Deus permaneceram abertos em Porto Príncipe para acolher o clamor de homens e mulheres transpassados pela lança da destruição, da fome, da sede, da perda de esperanças. O lado aberto do Cordeiro de Deus ficou ali, às margens da rua destruída, para dar descanso e consolo aos que ainda gritam por socorro debaixo dos escombros de uma cidade cujo concreto tombou sobre vidas cheias de sonhos. “Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos e eu vos darei descanso” (Mt 11,28).

O Crucificado resistiu às forças cósmicas para dar refúgio e abrigo aos que vagueiam pelas ruas sem destino.

O Crucifixo do Haiti foi mais forte que o terremoto para manter viva na mente e coração dos que por aquela rua passarem a boa notícia: “prova de amor maior não há, que doar a vida pelo irmão” (Jo 15,13). Ali ficou uma imagem sagrada feita de matéria, porém, ao seu lado, ficaram os corpos de homens e mulheres, que viveram até o fim o Mandamento Novo.

Eles foram imagens vivas do Bom Pastor que dá a vida por suas ovelhas. Trata-se da Dra. Zilda Arns e quinze sacerdotes presentes naquela igreja no momento da tragédia. Eles estavam juntos porque queriam amar intensamente as crianças daquela nação que esperavam por vida e vida em abundância.

O Crucifixo do Haiti permanece erguido e o Espírito de Deus fala aos corações das pessoas de bem que salvam aquela sofrida gente. “Pois eu estava com fome e me destes de comer; eu estava com sede e me destes de beber; eu era estrangeiro e me recebestes em casa; eu estava nu e me vestistes; eu estava doente e cuidastes de mim; ... Todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes!” (Mt 25, 35-36.40).

O Crucificado ressuscitou e enviou do Pai o Espírito Santo renovando todas as coisas. Ele ficou naquela destruída rua para dizer: “Coragem, eu venci o mundo” (Jo 16,33). Em meio ao caos da maior tragédia enfrentada pela ONU, há esperança, a luz dissipa as trevas em cada pessoa resgatada com vida, e em cada criança amparada. E o brilho volta a resplandecer nos olhos que agora choram os mortos. É a força criativa e reconstrutora do Amor estampada no Crucificado do Haiti.
Padre Francisco Agamenilton Damascena
Vice-reitor do Seminário Diocesano São José
Uruaçu - GO

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Não seja covarde, ame intensamente!



Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.


(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)

Álvaro de Campos, 21-10-1935

Tudo vai dar certo!



no final tudo vai dar certo,

quem foi que disse que pra tá junto

precisa tá perto ?

O girassol - Vinicius de Moraes


Sempre que o sol
Pinta de anil
Todo o céu
O girassol
Fica um gentil
Carrossel.

O girassol é o carrossel das abelhas.

Pretas e vermelhas
Ali ficam elas
Brincando, fedelhas
Nas pétalas amarelas.

— Vamos brincar de carrossel, pessoal?

— "Roda, roda, carrossel
Roda, roda, rodador
Vai rodando, dando mel
Vai rodando, dando flor".

— Marimbondo não pode ir que é bicho mau!
— Besouro é muito pesado!
— Borboleta tem que fingir de borboleta na entrada!
— Dona Cigarra fica tocando seu realejo!

— "Roda, roda, carrossel
Gira, gira, girassol
Redondinho como o céu
Marelinho como o sol".

E o girassol vai girando dia afora . . .

O girassol é o carrossel das abelhas.