sexta-feira, 15 de maio de 2009

Pensamentos!



Pensamentos que fazem nossos dias melhores... precisamos nos alimentar de sentimentos bons, de palavras que nos fazem crescer... leiam e reflitam guerreiros!

Dedico estes textos a grande guerreira Tabáta do SENAI, que com seu jeito simples me faz acreditar no poder da amizade.
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.

A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências...

A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.

Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.

Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.

Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer...

Sucesso amigos!


P E N S A M E N T O S

"Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o alguém da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!" Mário Quintana

Certezas

Não quero alguém que morra de amor por mim...
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível...
E que esse momento será inesquecível...
Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento...e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um NÃO que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como SIM. (Mário Quintana)

Definitivo

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional... (Carlos Drummond de Andrade)

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Gibiteca reformada!



Estou muito feliz com a reforma realizada na Gibiteca, projeto que tenho orgulho e enorme carinho. Breve contarei detalhes!

domingo, 3 de maio de 2009

As pessoas não morrem jamais!


Com a morte dolorida da minha tia Maria, aprendi algo fantástico. Percebi que as pessoas não morrem jamais, elas podem não estar presente em corpo, mas ficam presente em nossas mentes e corações. Lembro com carinho do meu tio Aparicio, também já falecido, dos meus avôs Manoel e Zé Mineiro, das minhas avós Abadia e Izaura... todos estão vivos na minha lembrança. Tem o tio Elias que morreu ainda muito jovem, que não me recordo muito bem, mas minha mãe fala que mesmo com uma doença contagiosa, eu comia no mesmo prato dele. O tio Pedro, irmão da minha mãe, que pouco conviveu conosco, mas esta vivo em mim nas lembranças da minha mãe.

As pessoas não morrem mesmo, elas ficam!

Saudade sim, tristeza não, como comenta o Padre Marcelo.

Tenho a lembrança gostosa dos natais, das alegrias, dos chimarrões, cervejas... hehe, tudo muito importante para todos nós...

Tia Maria... saiba que você não morreu,continua viva em nossa vida, em nossos corações...

Saudades!

domingo, 19 de abril de 2009

Se eu morrer antes de você!

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor: Chore o
quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me
levado.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade derir, ria.
Se alguns amigos contarem algum fato a meu
respeito, ouça e acrescente sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me.
Se me quiserem fazer um santo, só porque
morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas
estava longe de ser o santo que me pintam.
Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse
um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei
ser bom e amigo.
Espero estar com Ele o suficiente para
continuar sendo útil a você, lá onde estiver.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga
apenas uma frase: - "Foi meu amigo, acreditou em mim e
me quis mais perto de Deus!" - Aí, então derrame uma
lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la, mas
não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar.
E,vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova
tarefa no céu. Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha
na direção de Deus. Você não me verá, mas eu ficaria
muito feliz vendo você olhar para Ele.
E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a
separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que
aqui nos preparou para Ele.

Você acredita nessas coisas?

Então ore para que nós vivamos como quem sabe
que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube
viver direito.

Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.

Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu... "Ser seu amigo... já é um pedaço dele...

O Talento e a Crise

Conta a história que no ápice da crise de 1929, a quinta pessoa mais rica da Alemanha cometeu suicídio ao se jogar na frente de um trem porque perdeu mais de 1 bilhão de dólares com o crash. O fato que interessa é que o suicida alemão tinha uma fortuna avaliada em mais de 9 bilhões de dólares.

Na verdade em toda e qualquer tipo de crise existem os alarmistas que se gabam por ter previsto que uma hora a bolha iria estourar, os otimistas que dizem: - calma, que logo tudo passará!, os prático-realistas que se preocupam em como sobreviver e quem sabe tirar uma casquinha dessa confusão toda e os loucos por notícias que ficam desesperados e perdem a noção da realidade tamanha a enchente de péssimas informações. Esses são os primeiros a sucumbir.

O talento sabe que em toda crise há a oportunidade, mas não estou só falando da oportunidade de novos negócios ou geração de receita, quero discutir com você a oportunidade de se transformar e amadurecer como pessoa, de ter uma visão mais sistêmica do seu negócio e do mundo. Oportunidade para fortalecer parcerias e relacionamentos com clientes, fornecedores e principalmente com os seus funcionários. Agora, mais do que nunca, essa história de "nossa empresa é uma grande família" irá ser testada.

Em caso dos negócios diminuírem fica a oportunidade para rever processos, fazer mais com menos, reviver e fortalecer os grupos de melhorias que estavam lá escondidinhos durante a bonança, de ouvir mais e melhor o cliente ou quem sabe criar algo inesperado que encante o mercado. E não perder a maior de todas as oportunidades: a de reflexão e ação para mudança de postura profissional, de aprender e reaprender com o que foi feito de errado e quem sabe uma forte mudança no modelo de negócios da empresa.

Foi no ano da crise de 1929 que a Unilever chegou ao Brasil e começou sua tão bonita história e que dia após dia continua a fabricar produtos como o Omo, Rexona, Maizena, ou ainda, produtos da marca Knorr e Kibon, entre tantas outras. Outro exemplo? Nesse ano a Lojas Americanas completam 80 anos de história. E que história! De quase falida para um dos ícones do comércio eletrônico brasileiro. Para finalizar temos a fábrica de tecidos Tatuapé que hoje é conhecida como Santista Têxtil. Todas viveram suas crises, todas se transformaram e todas saíram mais fortes.

Mas o que espero de verdade é que o Mundo e seus grandes líderes não percam a oportunidade de mudar o que precisa ser mudado, que cooperem entre si, que evitem um protecionismo infundado, que deixem de acreditar que existe prosperidade ad eternum e que entendam de uma vez por todas que será só unindo forças que tudo irá melhorar.

É exatamente assim que a sua empresa deve fazer para sofrer menos em épocas de crise.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Quando você muda, a relação muda!


Achei fantástico este texto que Rosana Braga me enviou. Realmente eu penso exatamente como ela escreveu. Vale a pena você ler e refletir sobre o assunto.

Não é o mundo que tem que mudar, quem tem que mudar e você guerreiro.

Sucesso e boa leitura!


Quando você se relaciona com alguém, sob qualquer título amigo, parceiro, companheiro, namorado, cônjuge, etc. Esta relação pode ser comparada a uma combinação entre dois elementos químicos.

A interação entre o que você é e o que o outro é resulta num terceiro elemento, diferente do que cada um é individualmente e diferente também da simples soma de duas individualidades, já que somos intrinsecamente mutáveis.

Não é difícil perceber essa alquimia se observarmos que nos comportamos de modo específico e diferenciado dependendo de com quem estamos. Com algumas pessoas somos mais calmos, com outras, mais frágeis; com algumas, mais agitados, com outras, mais espontâneos; e por aí vai...

Aí está o encanto dos encontros: tudo pode ser transformado! Basta que um dos dois mude, e o resultado será novo, será outro, diferente do obtido até então...

Mas, infelizmente, muitas vezes nos esquecemos desta opção (ou escolhemos nos manter na cômoda posição de ignorá-la). Preferimos acreditar que o outro é sempre o mesmo, não muda nunca e que, sozinhos, por mais que tentemos, não podemos transformar a relação.

Nesta crença estão contidos dois enganos extremamente limitantes: o primeiro é que o outro não é o mesmo de sempre e pode mudar a qualquer momento, acredite você ou não. O mais provável é que você não queira se arriscar a olhar para esta possibilidade, até porque tais mudanças não necessariamente serão do seu agrado; mas que ele pode mudar, não resta dúvida.

O segundo engano refere-se ao fato de que você, sozinho, é capaz de mudar a relação, sim. Talvez não queira. Talvez não esteja disposto. Entretanto, é fato: quando você muda, a relação muda! Claro que isso também não é garantia de que o outro gostará da mudança, mas que será diferente, será!

Porque se considerarmos que mudanças são escolhas pessoais e intransferíveis, ou seja, que somente estamos habilitados a promover mudanças a partir de nossas próprias atitudes mudadas (e, portanto, ninguém pode mudar pelo outro), há aqui uma valiosa conclusão: se você deseja que sua relação seja diferente do que é atualmente, decida-se você por mudar seu comportamento e pare de investir toda sua energia na expectativa de que o outro mude. Caso contrário, correrá o eminente risco de se frustrar várias e várias vezes.

Óbvio que é extremamente delicado investir em mudanças quando o outro é parte essencial do que virá a ser. Requer dedicação, paciência e persistência. Requer o exercício constante e intensivo de suas melhores qualidades. Requer, sobretudo, a decisão contundente e firme de que você deseja dizer e expressar, ser e agir, propor e sentir um amor ‘manualmente’ transformado...

E é aí que está o xis da questão: sentar-se no sofá da sala e pensar em como têm sido chatos os seus dias ao lado de alguém com quem você imaginou viver uma linda história de amor é realmente bem mais fácil... Porém, não lhe rende alegria, satisfação e a sensação de ter feito absolutamente tudo o que podia para que os próximos dias sejam diferentes...

Ter na ponta da língua um sem número de reclamações não lhe permite vivenciar uma competência superior, ousada, própria de quem redige sua história no imperativo, de modo consciente, e não no condicional, somente reagindo ao ritmo que a vida ou as pessoas lhe impõem.

No final das contas, sua capacidade de dar novo sentido para esta relação (e para sua vida) é uma oportunidade de apostar naquilo que você deseja para si, de um novo jeito. E se conseguir enxergar a sutileza contida nesta possibilidade, certamente entenderá que a felicidade não está apenas nos resultados que obtém, mas especialmente no que você faz, e como faz, para alcançá-los.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Uma lição para todo mundo!



Uma historia que todo chefe deve ler..

Não só os chefes, mas todas a pessoas!!!

Sucesso,



UMA HISTÓRIA QUE TODO CHEFE DEVE LER...

Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.
Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu:
- 'Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de
carneiro, por favor. Assinado:'
Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais.
Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do
cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso.
Ninguém respondeu na casa.
Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
-'Por Deus do céu,o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!'
A pessoa respondeu:
- 'Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!'

Moral da História:
' Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre
abaixo do esperado'
Qualquer um pode suportar a adversidade, mas se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:

Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
Quem conhece os outros é inteligente.
Quem conhece a si mesmo é iluminado.
Quem vence os outros é forte.
Quem vence a si mesmo é invencível......

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Desabafo de um professor do Rio de Janeiro


Desabafo de um professor do Rio de Janeiro sobre a sua profissão, confira!!!

Vejamos: 1 - Você diz que pretende "investir na qualificação de professores, que poderão ganhar computadores portáteis".

Eu agradeço muito o computador, porque estou precisando, pois o meu pifou. Mas isso, sinceramente, não creio que seja investir na qualificação do professor. Já tive a oportunidade de escrever sobre isso por aqui, quando da mesma compra pelo Estado. Tenho um amigo que ficará com 5 computadores portáteis em casa e não sabe o que fazer com tantos. Ele e a esposa são professores, ambos do Estado e da prefeitura do Rio. Já tinham um, ambos ganharam do Estado e ambos ganharão da prefeitura.

Professores, cara futura secretária, querem salário decente. Com ele podem comprar seus próprios computadores. E muitos já o fizeram, pois o preço baixou bastante. Eu mesmo ia comprar um - como eu disse, o meu pifou - mas não vou. Estou esperando ganhar. Mas preferia um bom aumento de salário para comprar o que eu próprio escolhesse e ainda aumentar minha renda.


2 - Você faz uma pergunta: "Por que uma cidade que tem tantos mestres e doutores de qualidade não consegue fazer um Ideb compatível com os de países desenvolvidos?".

O Demétrio Weber já respondeu, mas eu insisto em te responder esta pergunta também. E o principal motivo é simples: porque mesmo sendo mestres ou doutores de qualidade, temos que trabalhar em dois, três, quatro ou mesmo em cinco lugares diferentes para poder somar renda e ter um salário "compatível com os de países desenvolvidos"!!! Sem contar as condições em que trabalhamos, secretária, que nem de longe é "compatível com os de países desenvolvidos". A pergunta deveria ser ao contrário: "por que não tratamos como os países desenvolvidos os nossos tantos mestres e doutores de qualidade?".


3 - Por fim, sua maior pérola, a frase "Quando um aluno é reprovado, é sinal que o professor falhou".

Fico muito, muito, muito apreensivo que uma pessoa que tenha este pensamento venha a coordenar a maior rede municipal da América Latina. Para facilitar o entendimento da minha lógica - que pode ser muito profunda para quem nunca entrou numa sala de aula do ensino fundamental de uma escola encravada numa favela - farei um paralelo com o médico. Imaginemos uma pessoa que desde que nasceu não tem cuidados médicos, não se cuida, não faz exercícios, não se alimenta direito, bebe, fuma, é sedentário, estressado etc. Essa pessoa passa mal e vai ao médico. O médico receita remédios e faz uma série de recomendações dizendo que, se não as seguir, ele pode morrer. O doutor marca uma nova consulta para daqui a alguns meses, para verificar o seu progresso. A pessoa não fez nada do que o médico receitou e ainda faltou à consulta. Passa mal de novo e vai ao médico. O doutor dá uma bronca, faz as mesmas recomendações, passa as receitas novamente, marca uma nova consulta. O paciente, mais uma vez não faz o que o médico manda e morre. O médico falhou? Pela sua lógica, "quando um paciente morre, é sinal que o médico falhou". Ou será que neste caso a senhora achará que o culpado é o paciente, já que o médico fez o possível para salvá-lo. Será que o professor também não o faz?

Mas vamos examinar o nosso caso, por partes e desde o início.

a) quando a criança foi concebida, quem falhou foram os pais, que souberam gozar, mas não evitar a gravidez;

b) quando a moça estava grávida falharam ela, o pai, a família e o Estado, que não deram a ela e ao feto um pré-natal decente - ou mesmo um pré-natal;

c) quando ele nasceu e era um bebê cheio de necessidades falharam os pais que colocaram no mundo uma criança sem ter condições mínimas de criá-lo e falhou o Estado em não dar a ele o que necessitava para seu pleno desenvolvimento;

d) quando ele era uma criança falhou o Estado mais uma vez por não oferecer a ele a pré-escola, tão importante no desenvolvimento intelectual e psicomotor nesta idade. Não obstante,este ser um direito garantido pela Constituição Federal: Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: IV - atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade;

e) nesta mesma idade e até tornar-se o adolescente ao qual a senhora se refere - aluno do fundamental - falham o Estado, as polícias, os bandidos, os filhinhos de papai, os atores da Globo, os artistas e todos aqueles que usam drogas, ao condená-lo a viver em um local extremamente violento, com disputas entre facções rivais, com invasões desumanas de policiais em suas casas e um cotidiano de estatísticas piores que de guerras;

f) quanto à sua moradia, falham os políticos filhos da puta, o Estado, o empresários, os> especuladores, por fazê-lo viver em submoradia, sem o mínimo de conforto, sem espaço para ele, com uma densidade demográfica japonesa dentro de sua casa;

g) falham os publicitários que mentem para que ele não seja ninguém se não tiver o que ele não pode ter;

h) falham as emissoras de televisão ao entrarem diariamente em contato> com ele com imbecilidades que não ajudam em nada seu intelecto;

i) falham os empresários de ônibus que o restringe de andar pela cidade por conta do preço da passagem e do péssimo serviço que oferecem;

j) falham os locais culturais que são inacessíveis a ele (inacessíveis financeiramente ou mesmo culturalmente);

k) falha a sociedade como um todo que o quer longe;

l) falha a estrutura da escola que só o tem em um pequeno período do dia, deixando-o nas ruas no resto das 24h;

m) falha o Corpo de Bombeiros que carrega bandidos carnavalescos desfilando em carro aberto pela cidade, ao mostrar que quem tem valor é quem tem dinheiro, não importa de onde vem;

n) falham os jornais de grande circulação que estampam nas primeiras páginas, praticamente todos os dias, as fotos e colunas de fofocas de traficantes e outros bandidos - inclusive tenho um O Dia que tem a primeira capa toda falando do casamento de um traficante - glorificando quem é bandido, mostrando a ele que esse é o caminho;

o) falha o Conselho Tutelar ao superproteger mesmo quando fazem merda, nada fazendo e não mostrando que além de direitos também tem obrigações;

p) falham as editoras de revistas que só colocam a preço de quase nada as revistas mais imbecis que existem, com fofocas e coisas do gênero; Enfim, apesar de a Constituição prever que "A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade" (Art. 205), a senhora vem me dizer que "quando um aluno é reprovado, é sinal que o professor falhou"? Francamente. É justamente o professor que está lá dentro, cara futura secretária de educação, com o aluno, diariamente, tentando fazer com que ele estude, com que ele dê valor ao estudo, com que ele aprenda! O professor é praticamente o único que quer que ele seja alguém pela educação; o professor que luta contra toda a merda que a sociedade faz com ele desde antes dele nascer, para que ele se salve.

Veja, o que diz a Constituição Federal: CAPÍTULO II - DOS DIREITOS SOCIAIS Art. 6º. São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. Quais destes direitos o Estado - do qual você tem íntima relação, a ver pelos cargos que já ocupou - oferece ao aluno - e com qualidade? Quase nenhum, né? E você vem me dizer que é o professor que falha, como se só o que fazemos em sala de aula é o que conta, é o que faz um aluno ter sucesso ou não??? Francamente.



Assinado: Um professor mestre, doutorando que tem diversos empregos e luta para que seus alunos possam superar toda a merda que a sociedade faz com eles para que possam ser alguém na vida e que, justamente por se sentir incapaz de fazer isso com o que o Estado lhe oferece, não acredita em reprovação.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Eu sou o palhaço!



Linda mensagem escrita pelo professor Nailor Marques Jr.,Prof. de Literatura Brasileira em Maringá, concordo em muito com sua fala!

Diz uma história que numa cidade apareceu um circo, e que entre seus artistas havia um palhaço com o poder de divertir, sem medida, todas as pessoas da platéia e o riso era tão bom, tão profundo e natural que se tornou terapêutico. Todos os que padeciam de tristezas agudas ou crônicas eram indicados pelo médico do lugar para que assistissem ao tal artista que possuía o dom de eliminar angústias.

Um dia porém um morador desconhecido, tomado de profunda depressão, procurou o doutor. O médico então, sem relutar, indicou o circo como o lugar de cura de todos os males daquela natureza. O homem nada disse, levantou-se, caminhou em direção à porta e quando já estava saindo, virou-se, olhou o médico nos olhos e sentenciou: “não posso procurar o circo... aí está o meu problema: eu sou o palhaço”.

Como professor vejo que, às vezes, sou esse palhaço, alguém que trabalhou para construir os outros e não vê resultado muito claro daquilo que faz. Tenho a impressão que ensino no vazio, porque depois de formados meus ex-alunos parecem que se acostumam rapidamente com aquele mundo de iniqüidades que combatíamos juntos.

Parece que quando meus meninos e minhas meninas caem no mercado de trabalho a única coisa que importa é quanto cada um vai lucrar, não importando quem vai pagar essa conta e nem se alguém vai ser lesado nesse processo.

Isso vem me assustando cada vez mais, desde que repreendi, numa conversa com alunos, o comportamento do cantor Zeca Pagodinho, no episódio da guerra das cervejas e quase todos disseram que o cantor estava certo, pois tontos foram os que confiaram nele. “O importante, professor, é que o cara embolsou milhões”, disse-me um; outro: “daqui a pouco ninguém lembra mais, no Brasil é assim, e ele vai continuar sendo o Zeca, só que um pouco mais rico”, todos se entreolharam e riram.

A pergunta é: “É possível, pela lógica, que todo mundo ganhe? Para alguém ganhar é óbvio que alguém tem de perder.” A lógica é guardar o troco a mais recebido no caixa do supermercado; é enrolar a aula fingindo que a matéria está sendo dada; é fingir que a apostila está aberta na matéria dada, mas usá-la como apoio enquanto se joga forca, batalha naval ou jogo da velha; é cortar a fila do cinema ou da entrada do show; é dizer que leu o livro, quando ficou só no resumo; é marcar só o gabarito na prova em branco, copiado do vizinho, alegando que fez as contas de cabeça; é comprar na feira uma dúzia de quinze laranjas; é bater num carro parado e sair rápido antes que alguém perceba; é brigar para baixar o preço mínimo das refeições nos restaurantes universitários, para sobrar mais dinheiro para a cerveja da tarde; é arrancar as páginas ou escrever nos livros das bibliotecas públicas; é arrancar placas de trânsito e colocá-las de enfeite no quarto; é trocar o voto por benefícios; é fraudar propaganda política mostrando realizações que nunca foram feitas.

É a lógica da perpetuação da burrice. Quando um país perde, todo mundo perde. E não adianta pensar que logo bateremos no fundo do poço, porque o poço não tem fundo. Parafraseando Schopenhauer: “Não há nada tão desgraçado na vida da gente que ainda não possa ficar pior”. De nada adianta o conhecimento sem o caráter. Que nas escolas seja tão importante ensinar Literatura, Matemática ou História quanto decência, senso de coletividade, coleguismo e respeito por si e pelos outros.

Então, uma pirueta, duas piruetas, bravo! Bravo! E vamos todos rindo e afinando o coro do “se eu livrar a minha cara o resto que se dane”. Enquanto isso o Brasil de irmã Dulce, de Manuel Bandeira, do Betinho, de Clarice Lispector, de Chiquinha Gonzaga e de muitos outros heróis anônimos que diminuíram a dor desse país com a sua obra, levanta-se, caminha em silêncio até a porta, vira-se e diz: “Esse é o problema... eu sou o palhaço”.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

(ex-presidente da Coca-Cola Co.)

"Imagine a vida como um jogo, no qual você faz malabarismo com cinco bolas que são lançadas no ar... Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito.


O trabalho é a única bola de borracha.

Se cair, bate no chão e pula para cima.

Mas as quatro outras são de vidro.

Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas.



"Entendam isso e assim conseguirão o equilíbrio na vida".



Como?



Não diminua seu próprio valor comparando-se com outras pessoas.

Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.

Não fixe seus objetivos com base no que os outros acham importante.

Só você tem condições de escolher o que é melhor para si próprio.

Dê valor e respeite as coisas mais queridas de seu coração.

Apegue-se a ela como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.

Não deixe que a vida escorra entre os dedos por viver no passado ou no futuro.

Se viver um dia de cada vez, viverá todos os dias de suas vidas.

Não desista enquanto ainda é capaz de um esforço a mais.

Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.

Não tema admitir que não é perfeito.

Não tema enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.

Não exclua o amor de sua vida dizendo que não se pode encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas. Corra atrás de seu amor, ainda dá tempo!

Não corra tanto pela vida a ponto de esquecer onde esteve e para onde vai.

Não tenha medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.

Não use imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se pode recuperar uma palavra dita.

A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo.



Lembre-se: Ontem é história.

Amanhã é mistério e

HOJE é uma dádiva. Por isso se chama "presente".



Se você quiser, passe este recado para as pessoas que são importantes para você, porque segundo Brian sugeriu: "apegue-se às coisas que são queridas ao seu coração (entre elas os amigos). Sem elas a vida carece de sentido".

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Tema em Debate: Copa em Campo Grande


Pantanal Vs. Amazônia Sul
Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009 14:42
Por Gabriel Rondon (*)
O que já era esperado foi confirmado nesta quinta-feira: Pantanal e Amazônia terão sub-sedes que as representarão na Copa do Mundo de 2014. E, particularmente, no caso do Pantanal há um grande embate. Junto com a Amazônia, estas duas regiões são dois grandes símbolos nacionais. Reservas ecológicas admiradas pelo mundo inteiro.

A Amazônia por sua enorme extensão, já possui quatro candidatas. Os estados do Amazonas, do Pará, do Mato Grosso e do Acre. Esta ficará tranqüila, pois terá ao menos uma sede. Merecidamente! Como dizem alguns: “É o pulmão do mundo!”.
A preocupação agora é no caso do Pantanal. A maior área alagada do mundo e rica em biodiversidade dispensa comentários por sua beleza. Mas necessita de esclarecimentos por sua localização.

É bem verdade que sempre houve confusão entre os nomes dos dois estados. Mas é necessário esclarecer que, embora vizinhos, temos identidades diferentes. Não fosse isso jamais haveria a luta para que fossemos divididos da parte Norte. Justamente a parte Amazônica do Mato Grosso. Por isso vinham projetos de mudança do nome do estado. Quando falamos de Campo Grande, seja no Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná ou Nordeste, nós somos motivos de piadas por estarmos identificados com o Pantanal. Quem nunca ouviu: “É verdade que tem Tuiuiús e Jacarés em Campo Grande?”. Sempre levamos na brincadeira, mas nunca quando se esquece a palavra “SUL” para complementar o nome do nosso estado.

Analise bem. Porque isto acontece? É questão de identificação. É a mesma coisa da imagem de Manaus na Amazônia. Embora esteja no coração daquela imensa floresta, estamos falando de uma cidade metropolitana de quase dois milhões de habitantes. Voltando pra Campo Grande, que está próxima de ser classificada como Metrópole Regional quando alcançar um milhão de habitantes – que ocorrerá dentro de uns 12 anos -, mostramos claramente que temos estrutura a rivalizar com qualquer cidade brasileira para receber esta Copa.

Lendo um jornal cuiabano me deparo com o desprezo em relação ao índice de violência mato-grossense: “Se o Rio de Janeiro é violento também, então não há problemas para Cuiabá ser. Isto não interessa a FIFA”. Pelo-amor-de-deus! Fico até com medo desta sede por lá.

Mas nós não. Temos uma cidade altamente segura, que inclusive comporta o Centro Militar do Oeste, responsável pela vigia de quase todo o Centro Oeste brasileiro. Inclusive de lá. Hospital vizinho ao estádio. Espaço para construção de quantas vagas de estacionamento quiser e espaço para ter as Fan Fest – onde há telões que possibilitam a população de acompanhar os jogos – em vários pontos da cidade, pois não temos uma cidade demasiadamente densa.

Enfim, as qualidades não deixam um quesito sequer a desejar. 70% do Pantanal estão no Mato Grosso do Sul. Além do que, as partes estrangeiras do Pantanal, que compreendem Bolívia e Paraguai apóiam a candidatura sul-mato-grossense. E não é um apoio por qualquer motivo. É pela identificação conjunta que temos. Culturalmente, podemos dizer que o Pantanal nos uniu.

Seria uma pena se a Amazônia Sul, representada pelo Mato Grosso for escolhida. Irá confirmar este problema da troca de nome dos estados. Não há identificação pantaneira por lá. E como podem usar nomes destes símbolos nacionais em suas campanhas sendo que os destroem? Nosso conceito é diferente. É de preservação.

Não sou eu ou o movimento que apóia a Copa que diz isto. Mas são nossas políticas públicas que sempre pautaram no respeito à área Pantaneira. E agora a Amazônia Sul, provavelmente por sentir que já escolheram Manaus para ser sede, se pauta no Pantanal. Pobre Pantanal. Este sim merece respeito.

Para provar que o conceito é diferente, vamos falar das cidades em si só. Quantos parques Campo Grande tem? Ou melhor: procure uma área verde maior do que existe em Campo Grande. Pode procurar no Brasil inteiro e não achará a imensidão de preservação que é o Parque das Nações Indígenas, o maior do país.
Aliás, não achará outro grandioso como o Parque dos Poderes. Progresso com respeito. Este é nosso conceito.

A pergunta a ser feita é: “Porque construir mais um campo de futebol em Mato Grosso sendo que eles destroem milhares todos os anos?”. Se lá existe o chamado Verdão, sejamos racionais e nos perguntemos: “Verdão até quando?”.

Aliás, o nome verdadeiro do Estádio “Verdão” é Governador José Fragelli. Um ilustre corumbaense. Corumbá que fica em Mato Grosso do Sul. Mais um motivo da torcida Pantaneira por Campo Grande. Pois no Mato Grosso da Amazônia, a única coisa pantaneira é o nome do estádio.

Estamos a pouco mais de 100 kilometros do Pantanal, assim como a Cuiabá da Amazônia. Porém temos um trunfo: Podemos ir de avião, carro ou trem. Corumbá possui um aeroporto internacional, uma rodovia bem cuidada e uma ferrovia que liga à Campo Grande. Três modalidades de transporte. Lá só se vai de carro, ou, só faltam argumentar que há charrete também.

Portanto mesmo que fossemos mais distantes, apresentamos as melhores soluções. Ah! Quer ir pra Bonito? Pode ir de avião e pousar no Aeroporto Internacional de Bonito. São realidades do nosso estado.

Continuaremos na luta para que Campo Grande seja a escolhida. Pois o Pantanal é aqui. Como diria um amigo: “Se o avião que vai ao Mato Grosso da Amazônia tem de pousar em Campo Grande, capital do Estado do Pantanal, porque não ter a copa aqui?”. O estado do Pantanal tem uma capital, e ela se chama: Campo Grande.

(*) Gabriel B Rondon (grondon@gmail.com)

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Caminhão de Lixo! (reflexão)


Recebi esta mensagem hoje e faço questão de compartilhar:

"Lei do Caminhão de Lixo.

Um dia peguei um táxi e fomos direto para o aeroporto.

Estávamos rodando na faixa certa quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.

O motorista do táxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!

O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós.

O motorista do táxi apenas sorriu e acenou para o cara.

E eu quero dizer que ele o fez bastante amigavelmente.

Assim eu perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!'

Foi quando o motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo "A Lei do Caminhão de Lixo".

Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, e de desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente.

Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente. Não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.

O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam os caminhões de lixo estragar o seu dia. A vida é muito curta para levantar de manhã com sentimentos ruins, assim... Ame as pessoas que te tratam bem. Ore pelas que não o fazem.

A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!"


Tenha uma semana abençoada livre de lixo!

sábado, 24 de janeiro de 2009

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A dificil arte do encontro!


"Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem sentir-se melhor e mais feliz". (Madre Tereza)


Como é dificil entender as pessoas e fazer ser entendido. Por ser psicólogo que atua na área de gestão de pessoas, vejo como é dificil encontrar o ponto do encontro.

Um probleminha e as pessoas constroem um problemão! Ou seja, fazem tempestade em um copo de água. A pirra, o medo, a fofoca... tudo isso misturado cria um caos.

A diferença é muito importante, não queremos que as pessoas aceitem o outro, mas que respeitem as escolhas das pessoas. Cada um do seu jeito, na consciência da importância do outro e que faz da nossa vida uma grande aventura.


Convivência

Durante uma era, muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e indefesos morreram, por não se adaptarem às condições do clima hostil.

Foi, então, que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a unir-se, a juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro.

E, todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso.

Porém, a vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte.

E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos.

Dispensaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito!

Mas essa não foi à melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados!

Os que não morreram voltaram a aproximar-se, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos. Assim suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram!

Se continuarmos mantendo a união, podando nossos espinhos, respeitando as individualidades e pensando na importância de uma convivência em grupo, por certo sobreviveremos a todas as eras glaciais.

Voltei confiante POR TODA A VIDA!


As férias acabaram, toda aquela animação e descanso serviram como estímulo para alimentar em mim o desejo da vitória. Voltei com a disposição de crescer cada vez mais, de mostrar o valor do guerreiro que trago na minha alma.

Esta viagem em familia serviu para aumentar laços e nos conhecer mais!

Cada um com seu jeito de ser, sua individualidade. Ficamos todos em uma única casa, parecia um Big Brother em familia, nos divertimos muito. Florianópolis e uma cidade encantadora, povo educado e gentil, porém o trânsito é confuso, principalmente nas vias que levam para as praias. Não existe orientações para o turista, nâo percebi policiais preocupados com o trânsito como em Campo Grande, ou seja, uma verdadeira confusão. Na saida da praia mole indo para a joaquina, que loucura, deveria ter um policial para arrumar aquela confusão. Não sei se retorno lá devido ao desrespeito ao turista.

Bom, mas nada e perfeito! Vamos caminhar...

Volto para o que ter e vier, pronto para acertar mais e errar menos... tentar ser feliz todos os dias e fazer da minha vida uma festa.

Sucesso!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

To indo para floripa!



Grandes guerreiros de jornada, nossa familia em peso esta indo viajar, coisa rara e inédita...pai, mãe,irmãos, cunhadas, cunhado e sobrinhos...todo mundo juntos na praia... ja pensou que festança!?

Mas a felicidade esta nestas coisas simples da vida... viver intensamente cada momento!

Vamos lá! Sucesso a todos!

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Desejo!

Andar com Fé!


Andar com fé
é saber que cada dia é um recomeço,
é ter certeza que os milagres acontecem
e que os sonhos podem se realizar.

Andar com fé
é saber que temos asas invisíveis,
é fazer pedidos a estrelas cadentes
e abrir as mãos para o céu.

Andar com fé
é olhar sem temor
as portas do desconhecido,
ter a inocência dos olhos da criança,
a lealdade do cão,
a beleza da mão estendida
para dar e receber.

Andar com fé
é usar a força e a coragem
que habitam dentro de nós
quando tudo parece acabado.

Andar com fé
é saber que temos tudo a nosso favor,
é compartilhar as bênçãos multiplicadas,
é saber que sempre seremos surpreendidos
com presentes do Universo,
é a certeza que o melhor sempre acontece
e que tudo aquilo que almejamos
está totalmente ao nosso alcance.

Basta só Andar com Fé !

Beija-Flor



Você se enganou
meu coração não é saco de pancadas
meu coração é beija-flor


Estou otimamente bem guerreiros, sucesso!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Hoje me sinto só!


Sabe, tem dias na vida da gente que sentimos um pouco de tristeza, solidão... hoje está sendo um desses dias, mas tenho certeza que vou crescer um pouco mais... mostra que sou ser humano, e acima de tudo um guerreiro... e as vezes, um guerreiro pode estar ferido, morto jamais!

Sucesso :(